Distraída, agitada e excessivamente preocupada
Querer fazer tudo, participar de tudo e, ainda, de forma perfeita e harmônica. Essa agitação e cobrança diária da mulher moderna é algo já citado na Bíblia, principalmente quando se lê sobre Marta (Lucas 10:38).
Quando Jesus viajava pela cidade de Betânia, as irmãs Marta e Maria O encontraram e Ele ficou hospedado na casa delas. Marta ficou agitada por ter o Mestre em seu lar e preocupada com muitas atividades para agradá-Lo. Porém, Maria sentou-se ao Seu pé e ouvia a Sua Palavra. Essa despreocupação incomodou Marta, a ponto de pedir a Jesus que chamasse a atenção de Maria para ajudá-la (Lucas 10:40).
Assim como em muitas famílias há irmãos com personalidades diferentes, é claro que Maria era mais tranquila que Marta. Ambas amavam a Jesus, mas O serviam de formas diferentes, e Marta, com toda a sua agitação e ansiedade, queria que Maria fosse como ela e a ajudasse nos afazeres.
Mantenha o foco
Ansiedade e preocupação exagerada são características que fazem parte da vida da maioria das mulheres deste século. E Jesus, ao perceber que Marta era assim, chamou sua atenção. Ele não fez isso para julgá-la ou expô-la, mas para que ela observasse como estava agindo.
Marta era agitada, queria agradar de qualquer forma, tanto que para isso acabou falando de forma enérgica com Jesus.
A correria do dia a dia tem tornado as mulheres tão agitadas, querendo “abraçar o mundo”, que acabam por perder o foco e, muitas vezes, o equilíbrio emocional, descontando no marido e nos filhos.
Jesus deixa isso claro quando chama a atenção de Marta, dizendo que ela estava inquietada demais, fazendo muitas tarefas ao mesmo tempo, mas que o mais importante era ouvir a Palavra que saia da Sua boca (Lucas 10:41-42).
A direção correta
A falta de foco, o excesso de preocupação e a ansiedade tira algumas mulheres (e porque não alguns homens) do centro da vontade de Deus.
Maria escolheu a melhor parte, que não seria tirada dela. A Palavra de Deus, quando encontra espaço, não pode ser roubada. Mas qualquer arrumação, comida, dinheiro ou até mesmo um bem material tão almejado, pode se estragar, ser roubado ou consumido até o fim.
Maria deu prioridade à presença de Jesus, para receber diretamente Dele uma Palavra. Quem não queria esta oportunidade? E Marta estava ali, na mesma casa, mas somente preocupada em fazer comida ou deixar tudo arrumado.
Que os seus olhos estejam na direção certa, para que a sua vida não se perca em meio às muitas ocupações desnecessárias. Use sua agitação e preocupação para ouvir e falar sobre Deus para todas as pessoas, assim como Ele disse: “Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura.” (Marcos 16:15)
por Tany Souza
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1 de março de 2013
30 de novembro de 2012
Sete erros que um líder não pode cometer- Pr. Josué Gonçalves
QUERER LIDERAR OS OUTROS SEM SER LIDER DE SI MESMO (1 Tm 4.16).
PASTOREAR A IGREJA E NÃO PASTOREAR A FAMÍLIA (1 Tm 3.12)
NÃO LEVAR A SÉRIO O PRINCÍPIO DA HONRA (Ef 6.1,2).
Muito bom o texto, leia na íntegra aqui, site AMO FAMÍLIA
11 de agosto de 2012
Examinai-vos a vós mesmos
Daniel E. Parks
As Escrituras Sagradas não precisam exortar-nos a examinarmos os outros. A natureza humana possui uma inclinação para fazer isso. A natureza humana demonstra propensão em achar erros nos outros, de modo que deixamos prontamente de encontrá-los em nós mesmos.
Por isso, o Senhor Jesus nos exorta: “Não julgueis, para que não sejais julgados” (Mateus 7.1).
A ênfase das Escrituras está mais centralizada em examinarmos a nós mesmos do que em examinarmos os outros. Isto se evidencia tanto em 2 Coríntios 13.5 como em outras passagens bíblicas: “Examine-se, pois, o homem a si mesmo” (1 Coríntios 11.28); “Prove cada um o seu labor” (Gálatas 6.4); “Esquadrinhemos os nossos caminhos, provemo-los e voltemos para o Senhor” (Lamentações 3.40).
Estas exortações nos ensinam que a segurança não é essencial à fé salvadora; que um crente pode ter dúvidas a respeito de seu estado e condição espiritual; que uma pessoa pode ser um crente apenas nominal, e não verdadeiro; e que o auto-exame sempre nos revelará a necessidade de nos aproximarmos mais de Deus.
As seguintes perguntas estão entre as que nos podem ajudar a examinar-nos a nós mesmos.
1. Amo ao Senhor, meu Deus, com todo o meu ser? Jesus disse: “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento” (Mateus 22.37,38). Estou em submissão a este mandamento ou, pelo contrário, estou amando a mim mesmo, ao mundo e às coisas do mundo (1 João 2.15)? Está na hora de retornar ao primeiro amor (Apocalipse 2.4,5)? Quanto o Senhor me amaria se o fizesse de acordo com o meu amor e devoção para com Ele?
2. Amo verdadeiramente o meu próximo como a mim mesmo? Após definir “o grande e primeiro mandamento”, Jesus continuou: “O segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mateus 22.39). Ele não precisa nos exortar a amarmos a nós mesmos, “porque ninguém jamais odiou a própria carne” (Efésios 5.29). Mas o Senhor Jesus realmente precisa nos exortar a amarmos nosso próximo. Eu obedeço ao mandamento dEle — o mandamento de amar os inimigos, abençoar os que me amaldiçoam, fazer o bem aos que me odeiam e orar pelos que me vituperam e perseguem (Mateus 5.43-48)? Eu me preocupo com o bem-estar espiritual do outros, da mesma maneira que me preocupo com meu próprio bem-estar espiritual? De que maneira e em que profundidade seria amado por meu próximo, se ele me amasse da mesma maneira como eu o amo?
3. Estou confiando verdadeiramente na graça de Deus e apenas em Cristo para a minha salvação? Creio que a salvação ocorre tão-somente pela graça de Deus, por meio da fé unicamente em Cristo? Ou, pelo contrário, creio que minha vontade e minhas obras (Efésios 2.8,9) podem salvar-me? A minha salvação está alicerçada sobre “a base do arrependimento de obras mortas e da fé em Deus” (Hebreus 6.1)? Posso confessar, de todo o coração: “Creio que Jesus Cristo é o Filho de Deus” (Atos 8.37)? A minha única justiça é a justiça de Cristo imputada, recebida somente por meio da fé? Ou, em vez disso, confesso possuir uma justiça própria (Filipenses 3.3-9), que eu mesmo produzi e obtive? Cristo é a minha santificação e santidade (1 Coríntios 1.30,31)? Ou tenho me iludido com o pensamento de que posso me tornar santo ou mesmo progredir em santidade, até que seja perfeito, sem pecado (Isaías 65.5)? Cristo é meu único Mediador? Ou, em vez disso, estou procurando acesso a Deus por outros caminhos (1 Timóteo 2.5; João 14.6)? Cristo é meu único Profeta, Sacerdote e Rei? Ou procuro em outras pessoas o cumprimento destes ofícios (Hebreus 1.1,2; 10.1-18; Apocalipse 19.6)? Cristo é meu Descanso ou estou descansando em alguém mais (Colossenses 2.16,17)?
4. O que o mundo pensaria sobre o cristianismo, se a minha vida fosse o padrão pelo qual o cristianismo seria julgado? Imito realmente a Deus (Efésios 5.1,2)? Outros vêem Jesus em mim, porque estou imitando-O (1 Coríntios 11.1)? Demonstro a religião pura e sem mácula ou a minha religião é vã (Tiago 1.26,27)? Se não confessasse que sou crente, este mundo reconheceria tal coisa (Atos 11.26)?
5. Quantas pessoas ouviriam sobre o Senhor Jesus e seu evangelho, se outros crentes testemunhassem na mesma freqüência com que eu o faço? Tenho confessado a Cristo diante dos homens, por meio do batismo (1 Pedro 3.21)? Confesso ou nego a Cristo diante dos homens, todos os dias (Mateus 10.32,33)? Obedeço ao mandamento de Cristo — contar as grandes coisas que Deus tem feito por mim (Lucas 8.39)? Pode ser dito a meu respeito o mesmo que foi dito sobre a mulher que estava ao poço de Jacó: “Muitos.... creram nele, em virtude do testemunho da mulher” (João 4.39)? Se eu sou ministro do evangelho, mostro-me diligente em ir “por todo o mundo” e pregar “o evangelho a toda criatura” (Marcos 16.15)?
6. Oro como deveria? Comecei com oração a minha jornada cristã? Desde o momento de minha conversão, obedeço ao mandamento de orar “sem cessar” (1 Tessalonicenses 5.17)? Sigo o modelo de oração dado pelo Senhor Jesus (Mateus 6.5-13)? Ou estou sempre ocupado e não oro? Ou me sinto tão auto-suficiente que rejeito a necessidade de orar? Procuro freqüentemente a comunhão com Deus na oração? Ou oro somente quando necessito de uma solução imediata?
7. Leio a Bíblia como deveria? Gasto mais tempo lendo a Palavra de Deus do que os escritos de homens? As Escrituras Sagradas são o meu “prazer” e meditação “todo o dia”, ou, em vez disso, encontro mais prazer na leitura de outros escritos (Salmos 119.70,77,97,174)? Procuro tornar-me sábio para a salvação, por meio da leitura da Palavra de Deus (2 Timóteo 3.15)? Ou, depois de todo esse tempo confessando ser crente, ainda sou ignorante a respeito do conteúdo das Escrituras? Cometo os mesmos erros dos personagens bíblicos, perdendo bênçãos, por ignorar o exemplo que eles deixaram (1 Coríntios 10.1-13)? Por meio da constante utilização da Bíblia, demonstro minha crença no fato de que ela é “útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra” (2 Timóteo 3.16,17)? Ou encontro mais proveito na leitura de comentários, credos e confissões doutrinárias? Procuro o Senhor Jesus em todas as passagens das Escrituras (Lucas 24.27; João 5.39)? Ou leio muitos textos, antes de achar qualquer coisa a respeito dEle? Quanto tempo seria gasto na leitura da Palavra de Deus, se todo crente a lesse tanto quanto eu leio?
8. Assisto com fidelidade os cultos de minha igreja? Obedeço ao mandamento “não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima” (Hebreus 10.25)? Ou, em vez disso, sinto que não tenho necessidade de ser exortado, ter comunhão e alimentar-me com a Palavra de Deus pregada? Quantos cultos a minha igreja realizaria, se a minha presença fosse exigida? Desejaria que Deus visitasse a minha casa com a mesma freqüência com que visito a casa dEle? Sempre confesso: “Alegrei-me quando me disseram: Vamos à Casa do Senhor” (Salmos 122.1)? Ou, pelo contrário, acho inconveniente fazer isso, procurando razões para não fazê-lo? Quando vou aos cultos, me regozijo no privilégio de sentar-me à mesa do Senhor e anunciar a morte de Cristo, até que ele venha (1 Coríntios 11.23-26)? Além disso, quando participo dos cultos, mostro fidelidade em conversar “com salmos, entoando e louvando de coração ao Senhor com hinos e cânticos espirituais” (Efésios 5.19)?
9. Contribuo financeiramente para a obra do Senhor? Roubo a Deus, por não Lhe oferecer “dízimos e ofertas” (Malaquias 3.10)? Ou, em vez disso, contribuo liberalmente para a obra dEle (Romanos 12.8)? De que maneira o meu exemplo comprova o princípio bíblico de que “aquele que semeia pouco pouco também ceifará; e o que semeia com fartura com abundância também ceifará” (2 Coríntios 9.6)? Contribuo “com tristeza ou por necessidade” (2 Coríntios 9.7)? Sou um crente que “dá com alegria”, sendo amado por Deus? Contribuo sistematicamente, conforme a prosperidade que Deus me proporciona (1 Coríntios 16.2)? Ou minha atitude de não contribuir revela meu pensamento de que Ele tem sido mesquinho para comigo? Qual seria a situação financeira de minha igreja, se todos os membros seguissem meu exemplo em dar ofertas?
10. Sou um verdadeiro crente ou estou me enganando com o pensamento de que sou crente? Sou um Judas Iscariotes, que traiu a Jesus por causa de lucros mundanos? Cristo diria a meu respeito o mesmo que Paulo disse a respeito de outro homem: “Demas, tendo amado o presente século, me abandonou” (2 Timóteo 4.10). Como eu responderia o questionamento de John Newton: “Isto é algo que desejo muito saber, algo que freqüentemente me deixa ansioso — amo ao Senhor ou não? Sou dEle ou não?”
Se temos dificuldade de examinar a nós mesmos, devemos rogar a Deus que o faça por nós. “Examina-me, Senhor, e prova-me; sonda-me o coração e os pensamentos” (Salmos 26.2). “Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração, prova-me e conhece os meus pensamentos” (Salmos 139.23).
Editora Fiel
Daniel E. Parks
As Escrituras Sagradas não precisam exortar-nos a examinarmos os outros. A natureza humana possui uma inclinação para fazer isso. A natureza humana demonstra propensão em achar erros nos outros, de modo que deixamos prontamente de encontrá-los em nós mesmos.
Por isso, o Senhor Jesus nos exorta: “Não julgueis, para que não sejais julgados” (Mateus 7.1).
A ênfase das Escrituras está mais centralizada em examinarmos a nós mesmos do que em examinarmos os outros. Isto se evidencia tanto em 2 Coríntios 13.5 como em outras passagens bíblicas: “Examine-se, pois, o homem a si mesmo” (1 Coríntios 11.28); “Prove cada um o seu labor” (Gálatas 6.4); “Esquadrinhemos os nossos caminhos, provemo-los e voltemos para o Senhor” (Lamentações 3.40).
Estas exortações nos ensinam que a segurança não é essencial à fé salvadora; que um crente pode ter dúvidas a respeito de seu estado e condição espiritual; que uma pessoa pode ser um crente apenas nominal, e não verdadeiro; e que o auto-exame sempre nos revelará a necessidade de nos aproximarmos mais de Deus.
As seguintes perguntas estão entre as que nos podem ajudar a examinar-nos a nós mesmos.
1. Amo ao Senhor, meu Deus, com todo o meu ser? Jesus disse: “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento” (Mateus 22.37,38). Estou em submissão a este mandamento ou, pelo contrário, estou amando a mim mesmo, ao mundo e às coisas do mundo (1 João 2.15)? Está na hora de retornar ao primeiro amor (Apocalipse 2.4,5)? Quanto o Senhor me amaria se o fizesse de acordo com o meu amor e devoção para com Ele?
2. Amo verdadeiramente o meu próximo como a mim mesmo? Após definir “o grande e primeiro mandamento”, Jesus continuou: “O segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mateus 22.39). Ele não precisa nos exortar a amarmos a nós mesmos, “porque ninguém jamais odiou a própria carne” (Efésios 5.29). Mas o Senhor Jesus realmente precisa nos exortar a amarmos nosso próximo. Eu obedeço ao mandamento dEle — o mandamento de amar os inimigos, abençoar os que me amaldiçoam, fazer o bem aos que me odeiam e orar pelos que me vituperam e perseguem (Mateus 5.43-48)? Eu me preocupo com o bem-estar espiritual do outros, da mesma maneira que me preocupo com meu próprio bem-estar espiritual? De que maneira e em que profundidade seria amado por meu próximo, se ele me amasse da mesma maneira como eu o amo?
3. Estou confiando verdadeiramente na graça de Deus e apenas em Cristo para a minha salvação? Creio que a salvação ocorre tão-somente pela graça de Deus, por meio da fé unicamente em Cristo? Ou, pelo contrário, creio que minha vontade e minhas obras (Efésios 2.8,9) podem salvar-me? A minha salvação está alicerçada sobre “a base do arrependimento de obras mortas e da fé em Deus” (Hebreus 6.1)? Posso confessar, de todo o coração: “Creio que Jesus Cristo é o Filho de Deus” (Atos 8.37)? A minha única justiça é a justiça de Cristo imputada, recebida somente por meio da fé? Ou, em vez disso, confesso possuir uma justiça própria (Filipenses 3.3-9), que eu mesmo produzi e obtive? Cristo é a minha santificação e santidade (1 Coríntios 1.30,31)? Ou tenho me iludido com o pensamento de que posso me tornar santo ou mesmo progredir em santidade, até que seja perfeito, sem pecado (Isaías 65.5)? Cristo é meu único Mediador? Ou, em vez disso, estou procurando acesso a Deus por outros caminhos (1 Timóteo 2.5; João 14.6)? Cristo é meu único Profeta, Sacerdote e Rei? Ou procuro em outras pessoas o cumprimento destes ofícios (Hebreus 1.1,2; 10.1-18; Apocalipse 19.6)? Cristo é meu Descanso ou estou descansando em alguém mais (Colossenses 2.16,17)?
4. O que o mundo pensaria sobre o cristianismo, se a minha vida fosse o padrão pelo qual o cristianismo seria julgado? Imito realmente a Deus (Efésios 5.1,2)? Outros vêem Jesus em mim, porque estou imitando-O (1 Coríntios 11.1)? Demonstro a religião pura e sem mácula ou a minha religião é vã (Tiago 1.26,27)? Se não confessasse que sou crente, este mundo reconheceria tal coisa (Atos 11.26)?
5. Quantas pessoas ouviriam sobre o Senhor Jesus e seu evangelho, se outros crentes testemunhassem na mesma freqüência com que eu o faço? Tenho confessado a Cristo diante dos homens, por meio do batismo (1 Pedro 3.21)? Confesso ou nego a Cristo diante dos homens, todos os dias (Mateus 10.32,33)? Obedeço ao mandamento de Cristo — contar as grandes coisas que Deus tem feito por mim (Lucas 8.39)? Pode ser dito a meu respeito o mesmo que foi dito sobre a mulher que estava ao poço de Jacó: “Muitos.... creram nele, em virtude do testemunho da mulher” (João 4.39)? Se eu sou ministro do evangelho, mostro-me diligente em ir “por todo o mundo” e pregar “o evangelho a toda criatura” (Marcos 16.15)?
6. Oro como deveria? Comecei com oração a minha jornada cristã? Desde o momento de minha conversão, obedeço ao mandamento de orar “sem cessar” (1 Tessalonicenses 5.17)? Sigo o modelo de oração dado pelo Senhor Jesus (Mateus 6.5-13)? Ou estou sempre ocupado e não oro? Ou me sinto tão auto-suficiente que rejeito a necessidade de orar? Procuro freqüentemente a comunhão com Deus na oração? Ou oro somente quando necessito de uma solução imediata?
7. Leio a Bíblia como deveria? Gasto mais tempo lendo a Palavra de Deus do que os escritos de homens? As Escrituras Sagradas são o meu “prazer” e meditação “todo o dia”, ou, em vez disso, encontro mais prazer na leitura de outros escritos (Salmos 119.70,77,97,174)? Procuro tornar-me sábio para a salvação, por meio da leitura da Palavra de Deus (2 Timóteo 3.15)? Ou, depois de todo esse tempo confessando ser crente, ainda sou ignorante a respeito do conteúdo das Escrituras? Cometo os mesmos erros dos personagens bíblicos, perdendo bênçãos, por ignorar o exemplo que eles deixaram (1 Coríntios 10.1-13)? Por meio da constante utilização da Bíblia, demonstro minha crença no fato de que ela é “útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra” (2 Timóteo 3.16,17)? Ou encontro mais proveito na leitura de comentários, credos e confissões doutrinárias? Procuro o Senhor Jesus em todas as passagens das Escrituras (Lucas 24.27; João 5.39)? Ou leio muitos textos, antes de achar qualquer coisa a respeito dEle? Quanto tempo seria gasto na leitura da Palavra de Deus, se todo crente a lesse tanto quanto eu leio?
8. Assisto com fidelidade os cultos de minha igreja? Obedeço ao mandamento “não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima” (Hebreus 10.25)? Ou, em vez disso, sinto que não tenho necessidade de ser exortado, ter comunhão e alimentar-me com a Palavra de Deus pregada? Quantos cultos a minha igreja realizaria, se a minha presença fosse exigida? Desejaria que Deus visitasse a minha casa com a mesma freqüência com que visito a casa dEle? Sempre confesso: “Alegrei-me quando me disseram: Vamos à Casa do Senhor” (Salmos 122.1)? Ou, pelo contrário, acho inconveniente fazer isso, procurando razões para não fazê-lo? Quando vou aos cultos, me regozijo no privilégio de sentar-me à mesa do Senhor e anunciar a morte de Cristo, até que ele venha (1 Coríntios 11.23-26)? Além disso, quando participo dos cultos, mostro fidelidade em conversar “com salmos, entoando e louvando de coração ao Senhor com hinos e cânticos espirituais” (Efésios 5.19)?
9. Contribuo financeiramente para a obra do Senhor? Roubo a Deus, por não Lhe oferecer “dízimos e ofertas” (Malaquias 3.10)? Ou, em vez disso, contribuo liberalmente para a obra dEle (Romanos 12.8)? De que maneira o meu exemplo comprova o princípio bíblico de que “aquele que semeia pouco pouco também ceifará; e o que semeia com fartura com abundância também ceifará” (2 Coríntios 9.6)? Contribuo “com tristeza ou por necessidade” (2 Coríntios 9.7)? Sou um crente que “dá com alegria”, sendo amado por Deus? Contribuo sistematicamente, conforme a prosperidade que Deus me proporciona (1 Coríntios 16.2)? Ou minha atitude de não contribuir revela meu pensamento de que Ele tem sido mesquinho para comigo? Qual seria a situação financeira de minha igreja, se todos os membros seguissem meu exemplo em dar ofertas?
10. Sou um verdadeiro crente ou estou me enganando com o pensamento de que sou crente? Sou um Judas Iscariotes, que traiu a Jesus por causa de lucros mundanos? Cristo diria a meu respeito o mesmo que Paulo disse a respeito de outro homem: “Demas, tendo amado o presente século, me abandonou” (2 Timóteo 4.10). Como eu responderia o questionamento de John Newton: “Isto é algo que desejo muito saber, algo que freqüentemente me deixa ansioso — amo ao Senhor ou não? Sou dEle ou não?”
Se temos dificuldade de examinar a nós mesmos, devemos rogar a Deus que o faça por nós. “Examina-me, Senhor, e prova-me; sonda-me o coração e os pensamentos” (Salmos 26.2). “Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração, prova-me e conhece os meus pensamentos” (Salmos 139.23).
Editora Fiel
10 de agosto de 2012
6 Marcas de um Pastor Atemorizado Diante de Deus - Paul Tripp
Quais os sinais que se produzem no coração de um pastor atemorizado diante de Deus, que são vitais para um ministério eficaz, produtivo e que honra a Deus?
1. Humildade
Não há nada que se compare ao estar indefeso diante da maravilhosa glória de Deus, para colocar-lhe em seu devido lugar, para corrigir a maneira com que você se vê pessoalmente, para arrancar-lhe da sua arrogância funcional, e para tirar-lhe o vento das velas da sua justiça própria. Diante de Sua glória, eu me sinto despido, sem qualquer glória que ainda possa restar-me a fim de que eu possa exibir-me diante de outros. Enquanto eu me compare com outros, poderei sempre encontrar outra pessoa cuja existência parece fazer-me, por comparação, mais justo. Mas se eu comparar meus panos imundos ao puro linho, eternamente sem manchas, da justiça de Deus, eu correria a esconder-me com um coração dilacerado e envergonhado.
E isto foi o que aconteceu com Isaías no capítulo seis. Ele está diante do majestoso trono da glória de Deus e diz: "Ai de mim! Estou perdido! Porque sou um homem de lábios impuros, habito no meio de um povo de impuros lábios, e os meus olhos viram o Rei, o Senhor dos Exércitos." (Isaías 6:5). Isaías não está falando aqui em termos de uma formal hipérbole religiosa. Ele não está buscando tornar-se agradável diante de Deus por mostrar-se "ó, tão humilde". Não; Isaías aprendeu que só à luz da colossal glória e santidade de Deus, é que você poderá ter uma visão exata e correta de si mesmo e entender a profunda necessidade de ser resgatado com o resgate que só a graça gloriosa de Deus poderá prover-lhe.
Com o correr do tempo durante sua vida ministerial, muitos pastores chegam a se esquecerem de quem são eles. Têm uma visão inchada, destorcida, grandiosa de si mesmos, que os mantêm altamente inacessíveis, e que lhes permitem justificar seus pensamentos, seus desejos, as coisas que dizem, e a fazerem aquilo que, biblicamente, não é justificável fazer. Eu já "estive lá" e, de quando em quando, caio outra vez no mesmo erro. Em ocasiões como essas, eu tenho que ser resgatado de mim mesmo. Quando você está sobremodo maravilhado de si mesmo, você se posiciona para ser hipócrita, controlador, super confiante, e um autocrata eclesiástico extremamente crítico. Você, inadvertidamente, constrói um reino em cujo trono você mesmo se assenta, não importa o quanto afirme que tudo o que você faz, o faz para a glória de Deus.
2. Sensibilidade
A humildade, que só este sentir atemorizante de Deus pode produzir no meu coração, cria em mim, sensibilidade pastoral para com as pessoas que carecem da mesma graça. Ninguém pode compartilhar graça melhor do que aquele que está profundamente convencido de que ele mesmo necessita esta graça, e a recebe de Cristo. Esta sensibilidade me faz afável, gentil, paciente, compreensivo e esperançoso diante do pecado alheio, sem nunca comprometer o chamamento santo de Deus. Protege-me de estimativas como "... não acredito que você pudesse fazer uma coisa dessas!," o que, diga-se, me faz essencialmente diferente de todos os demais. É difícil apresentar o Evangelho a alguém, quando você está contemplando esse alguém, com superioridade. Confrontar os pecados dos outros com uma sensibilidade inspirada em meu assombro diante Deus, me livra de ser um agente de condenação, ou de esperar que a lei cumpra aquilo que somente a graça pode cumprir, e me motiva a ser um instrumento dessa graça.
3. Paixão
Não importa o que está funcionando, ou o que não está funcionando bem em meu ministério, não importa quais as dificuldades que eu esteja vivendo, ou tampouco importa as lutas pelas quais eu esteja passando, a influente glória de Deus me anima a levantar-me pela manhã e fazer aquilo para o qual fui dotado e chamado para fazer, e faze-lo com entusiasmo, coragem e confiança. Minha alegria não se deixa maniatar pelas circunstâncias ou pelos relacionamentos, e meu coração não é tomado por qualquer direção em que ditas circunstâncias e relacionamentos o queiram levar. Tenho toda razão para alegrar-me porque sou um filho escolhido, e um servo recrutado pelo Rei dos reis, e Senhor dos senhores, o grande Criador, o Salvador, e meu Chefe. Ele está sempre perto e é sempre fiel. Minha paixão pelo ministério não depende de como eu esteja sendo recebido. Minha paixão flui da realidade de que eu fui recebido por Ele. Não me entusiasmo porque as pessoas possam gostar de mim, mas porque Ele me tem aceitado e me tem enviado. Não estou apaixonado por meu ministério, por ser, o ministério, algo glorioso, mas sim porque Deus é eternamente e imutavelmente glorioso. Assim eu prego, ensino, aconselho, lidero e sirvo com uma paixão evangélica que inspire e acenda o mesmo sentir naqueles ao meu redor.
( o texto original usa o termo paixão, mas eu prefiro usar a palavra AMOR)
4. Confiança
Confiança - aquele sentimento de bem-estar e de capacitação, me vem de conhecer Aquele a quem sirvo. Ele é minha confiança e minha habilidade. Ele nunca irá chamar-me para uma tarefa para a qual não me tenha capacitado. Ele tem mais zelo pela saúde de sua igreja do que eu jamais poderia ter. Ninguém tem maior interesse no uso dos meus dons do que Aquele que me outorgou ditos dons. Ele está sempre presente e sempre de boa vontade. Ele é todo-poderoso e todo omnisciente. Ele é ilimitado em amor e glorioso em sua graça. Ele não muda; para sempre é fiel. Sua Palavra nunca cessará de ser a verdade. Seu poder para salvar nunca será exaurido. Seu governo nunca deixará de existir. Nunca será conquistado por algo maior do que Ele mesmo. Assim, eu posso fazer com confiança tudo o que Ele me chamou para fazer, não em virtude de quem eu seja, mas porque Ele é o meu Pai, e é glorioso em todos os aspectos, em todos o sentidos.
5. Disciplina
O ministério pastoral, nem sempre é glorioso. Muitas vezes as suas expectações ingénuas, são apenas isso – ingenuidade. E algumas vezes se levará mais do que um ministério de sucesso e a apreciação do povo para arrancar-lhe da cama e cumprir o seu chamado. Outras vezes você não verá muitos frutos como o resultado de seus esforços e tampouco terá muitas esperanças de uma colheita breve e abundante. Algumas vezes você se verá traído e se sentirá sozinho. Então, a sua disciplina precisa estar arraigada em alguma coisa mais profunda do que sua avaliação horizontal de como as coisas pareçam estar caminhando. Eu estou cada vez mais convencido, em minha própria vida, de que uma auto-disciplina robusta e firme, do tipo essencial para um ministério pastoral, está solidificada na adoração. A gloriosa existência de Deus, Seu caráter, Seu plano, Sua presença, Suas promessas e Sua graça, me fornecem a motivação para trabalhar com ardor e nunca desistir, sem importar-me se estamos vivendo sob um tempo de amenidade, ou se estamos sob uma época tempestuosa.
6. Repouso
Finalmente, enquanto contemplo minha própria fraqueza e os distúrbios da igreja local, o que poderá trazer verdadeiro repouso ao meu coração? A Glória! Esta lhe dará repouso. É o conhecimento de que nada é tão difícil para o Deus a quem você serve. É a segurança de que todas as coisas são possíveis para Ele. É saber, como Abraão, que Aquele que fez todas aquelas promessas, é fiel para cumpri-las. Ainda que pareça haver múltiplas razões no nível horizontal para fazer-nos ansiosos, eu não permitirei que meu coração seja raptado por preocupação ou medo, porque o Deus de inestimável glória, que me tem enviado, Ele mesmo prometeu: "Eu serei contigo." Eu não tenho que fazer joguinhos mentais comigo mesmo. Eu não tenho que negar, nem minimizar a realidade a fim de que me sinta bem, porque Ele já tem invadido minha existência com Sua glória, e eu posso descansar até mesmo, e de certa forma, no conceito truncado do "já" e do "não ainda" cumprido e realizado.
Recuperando nossa perplexidade diante de Deus
Em conclusão, eu não tenho uma fórmula de estratégias para lhe oferecer. Mas lhe aconselho a correr agora, e correr rapidamente ao seu Pai de aterrorizante glória. Confesse a ofensa do seu tédio ministerial. Ore e peça por olhos abertos aos 360 graus, 24 horas por dia, 7 dias por semana, para que você veja a exibição da glória à qual você tem estado cego. Determine-se dedicar uma porção de cada dia para meditar na glória de Deus. Clame, busque com vigor a ajuda de outros e lembre-se de estar agradecido por Jesus quem lhe oferece Sua graça, mesmo ainda naqueles momentos quando essa graça não é, nem no mínimo, gloriosamente valiosa para você como deveria ser.
Fonte: The Gospel Coalition
Paul Tripp é o presidente de Paul Tripp Ministries, organização sem fins lucrativos cujo slogan de missão é "Conectando o poder transformador de Jesus Cristo à vida diária". É também professor de vida e cuidado pastoral no Redeemer Seminary, em Dallas (Texas), e diretor executivo do Center for Pastoral life and Care, em Fort Worth (Texas). É casado há muitos anos com Luella, e têm quatro filhos adultos.
O leitor tem permissão para divulgar e distribuir esse texto, desde que não altere seu formato, conteúdo e / ou tradução e que informe os créditos tanto de autoria, como de tradução e copyright. Em caso de dúvidas, faça contato com a Editora Fiel.
11 de julho de 2012
Mornos Espirituais
by Estudos Gospel
Qual era o problema da igreja em Laodicéia? Jesus dá o diagnóstico: Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente. Quem dera fosses frio ou quente! Assim, porque és morno e nem és quente nem frio, estou a ponto de vomitar-te da minha boca (Ap. 15). É a única vez na bíblia toda que alguém é capaz de provocar náuseas em Deus, a ponto de ser vomitado. A igreja havia se tornado tão inútil, que Jesus estava quase a ponto de vomitá-la da sua boca. É o caso daqueles que freqüentam os cultos, ouvem a mensagem, são amigos do pastor, fazem uma oferta aqui e ali, vão num mutirão, a um acampamento da igreja, mas nada de compromisso sério com Cristo, suas vidas são tão velhas e ímpias quanto antes.Esses são os "crentes" mornos e estão sempre tentando esconder isso. Mornidão espiritual é uma crônica indiferença para com as realidades espirituais. Um crônico desinteresse para com qualquer reunião de oração, leitura da bíblia, ou para com a vida de comunhão. Qualquer um de nós pode ser atingido pela mornidão espiritual. Não é que a pessoa abandonou a fé, na aparência é como se ela estivesse bem; ela sabe que não está bem, mas esconde isso de todo mundo.
Sinais que aparecem quando a mornidão ataca uma pessoa.
- As coisas de Deus – as disciplinas espirituais, são feitas na medida da conveniência. Quando é possível, quando não atrapalha, quando tudo já estiver terminado, quando não houver mais nada para fazer, e ainda resta alguma vontade.
- A participação dessa pessoa morna é mínima nas atividades da igreja. E quando ela vem, o alimento espiritual não lhe parece apetitoso. Aquela vinda à igreja se torna o prato da crítica, da murmuração, da fofoca, da insubmissão o resto da semana.
- A falta de comunhão com Deus começa a refletir-se no seu relacionamento com as outras pessoas. A intolerância, a falta de perdão, a impaciência, a crítica injusta, a rebeldia, a arrogância, o egoísmo passam a dominar as atitudes dessa pessoa atacada pela mornidão espiritual.
Um fato interessante, é que o crente morno não é morno para tudo. Ele não é morno para o seu trabalho; não é morno para o seu divertimento; não é morno para o seu time de futebol; não é morno para o seu ídolo musical; não é morno para a Internet; não é morno para a academia; não é morno para o futebol no final de semana; enfim: ele não é morno para as suas paixões mundanas.
A mornidão ataca apenas uma área da sua vida – a espiritual. Deus acaba se cansando dessa náusea diante dEle e literalmente vomita o crente morno. É por isso que alguns crentes desaparecem prematuramente.
Alguém pode perguntar: como é que um crente, e mesmo uma igreja inteira pode ser acometida de mornidão espiritual? Tudo começa com um equivocado sistema de medição. Eles confundiam sucesso material com maturidade espiritual.Jesus disse como isso ocorria:
Riqueza, felicidade, bens materiais, divertimento, jamais facilitou o crescimento espiritual do crente. Jamais. Quanto mais você tiver, mais difícil será a sua entrada no reino de Deus.
Quanto mais fácil for a sua vida material, mais difícil será o seu caminho para o centro da vontade de Deus, mais difícil será desenvolver a sua salvação. É por isso que você vai encontrar poucos, pouquíssimos ricos no céu.
Jesus foi muito honesto com a igreja de Laodicéia: Vocês dizem: ‘Somos ricos, estamos bem de vida e temos tudo o que precisamos.’ Mas não sabem que são miseráveis, infelizes, pobres, nus e cegos. (Ap. 3.17).
Você consegue imaginar uma pessoa nessas condições? Pode imaginar o retrato de uma igreja nessas condições? Mas era assim que eles eram vistos aos olhos de Jesus. Antes de Laodicéia encontrar o Juizo de Deus, ela encontrou o mensageiro de Cristo. Jesus usou um ‘anjo’, um mensageiro de boas noticias.
Deus sempre está disposto a mandar um mensageiro na frente do juízo. Se alguém ouvir o mensageiro, não precisará enfrentar o juízo. Obedeça a mensagem, valorize o mensageiro.
Livre-se da tolerância, para com o pecado da indiferença. Para ser curado você precisa antes de tudo ver isso como uma transgressão da Lei de Deus. Jesus disse que o grande mandamento é: Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Não amar é transgredir. Transgredir é pecar. Sem confissão de pecados, não há cura.
Se você está cansado de ser morno, se você está sentido que o deserto está lhe sufocando, então venha a Cristo e diga: ó Senhor, tu amaste a igreja de Laodicéia, então, ajuda-me também!
Arrependa-se. O verdadeiro arrependimento não é medido pelas lagrimas derramadas, mas pela mudança da direção dos passos. É mudança de paradigma, mudança de mente, mudança de atitude.
Portanto, aconselho que comprem de mim ouro puro para que sejam, de fato, ricos. E comprem roupas brancas para se vestir e cobrir a sua nudez vergonhosa. Comprem também colírio para os olhos a fim de que possam ver. (v. 18).
O verdadeiro ouro é o relacionamento com Deus – entre Pai e filho. A verdadeira roupa é a justiça de Cristo que nos cobre de toda a injustiça. A verdadeira medicina para os olhos é o discernimento espiritual para julgar todas as coisas como elas de fato são.
Quando dizemos que a nossa missão é transformar vidas, mas não comparecemos nas reuniões de oração semanais alegando falta de tempo, porventura não é isso provocar o zelo de Deus? Quando dizemos que assumimos o nosso compromisso diante de Deus de sustentar a sua obra com o nosso dízimo e nossa oferta, e muitas vezes desviamos esse dinheiro para nossas próprias coisas, não é o zelo de Deus que provocamos?
Aqui vai uma advertência. Nós não estamos brincando de igreja, estamos lutando pela salvação de nossas almas e pela salvação dos perdidos. Tome uma posição! Obedeça! Volte-se para Cristo, arrependido de toda indiferença, de toda frieza nas coisas espirituais, pedindo ouro, linho fino e colírio para os olhos da fé.
Assim, porque és morno e nem és quente nem frio, vomitar-te-ei da minha boca (Ap. 15).
Qual era o problema da igreja em Laodicéia? Jesus dá o diagnóstico: Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente. Quem dera fosses frio ou quente! Assim, porque és morno e nem és quente nem frio, estou a ponto de vomitar-te da minha boca (Ap. 15). É a única vez na bíblia toda que alguém é capaz de provocar náuseas em Deus, a ponto de ser vomitado. A igreja havia se tornado tão inútil, que Jesus estava quase a ponto de vomitá-la da sua boca. É o caso daqueles que freqüentam os cultos, ouvem a mensagem, são amigos do pastor, fazem uma oferta aqui e ali, vão num mutirão, a um acampamento da igreja, mas nada de compromisso sério com Cristo, suas vidas são tão velhas e ímpias quanto antes.Esses são os "crentes" mornos e estão sempre tentando esconder isso. Mornidão espiritual é uma crônica indiferença para com as realidades espirituais. Um crônico desinteresse para com qualquer reunião de oração, leitura da bíblia, ou para com a vida de comunhão. Qualquer um de nós pode ser atingido pela mornidão espiritual. Não é que a pessoa abandonou a fé, na aparência é como se ela estivesse bem; ela sabe que não está bem, mas esconde isso de todo mundo.
Sinais que aparecem quando a mornidão ataca uma pessoa.
- As coisas de Deus – as disciplinas espirituais, são feitas na medida da conveniência. Quando é possível, quando não atrapalha, quando tudo já estiver terminado, quando não houver mais nada para fazer, e ainda resta alguma vontade.
- A participação dessa pessoa morna é mínima nas atividades da igreja. E quando ela vem, o alimento espiritual não lhe parece apetitoso. Aquela vinda à igreja se torna o prato da crítica, da murmuração, da fofoca, da insubmissão o resto da semana.
- A falta de comunhão com Deus começa a refletir-se no seu relacionamento com as outras pessoas. A intolerância, a falta de perdão, a impaciência, a crítica injusta, a rebeldia, a arrogância, o egoísmo passam a dominar as atitudes dessa pessoa atacada pela mornidão espiritual.
Um fato interessante, é que o crente morno não é morno para tudo. Ele não é morno para o seu trabalho; não é morno para o seu divertimento; não é morno para o seu time de futebol; não é morno para o seu ídolo musical; não é morno para a Internet; não é morno para a academia; não é morno para o futebol no final de semana; enfim: ele não é morno para as suas paixões mundanas.
A mornidão ataca apenas uma área da sua vida – a espiritual. Deus acaba se cansando dessa náusea diante dEle e literalmente vomita o crente morno. É por isso que alguns crentes desaparecem prematuramente.
Alguém pode perguntar: como é que um crente, e mesmo uma igreja inteira pode ser acometida de mornidão espiritual? Tudo começa com um equivocado sistema de medição. Eles confundiam sucesso material com maturidade espiritual.Jesus disse como isso ocorria:
"pois dizes: Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma..." (Ap. 3:17).
Jesus, na parábola do semeador disse: As sementes que caíram no meio dos espinhos são as pessoas que ouvem a mensagem. Porém as preocupações, as riquezas e os prazeres desta vida aumentam e sufocam essas pessoas. Por isso os frutos que elas produzem nunca amadurecem. (Lc 8:14).Riqueza, felicidade, bens materiais, divertimento, jamais facilitou o crescimento espiritual do crente. Jamais. Quanto mais você tiver, mais difícil será a sua entrada no reino de Deus.
Quanto mais fácil for a sua vida material, mais difícil será o seu caminho para o centro da vontade de Deus, mais difícil será desenvolver a sua salvação. É por isso que você vai encontrar poucos, pouquíssimos ricos no céu.
Jesus foi muito honesto com a igreja de Laodicéia: Vocês dizem: ‘Somos ricos, estamos bem de vida e temos tudo o que precisamos.’ Mas não sabem que são miseráveis, infelizes, pobres, nus e cegos. (Ap. 3.17).
Você consegue imaginar uma pessoa nessas condições? Pode imaginar o retrato de uma igreja nessas condições? Mas era assim que eles eram vistos aos olhos de Jesus. Antes de Laodicéia encontrar o Juizo de Deus, ela encontrou o mensageiro de Cristo. Jesus usou um ‘anjo’, um mensageiro de boas noticias.
Deus sempre está disposto a mandar um mensageiro na frente do juízo. Se alguém ouvir o mensageiro, não precisará enfrentar o juízo. Obedeça a mensagem, valorize o mensageiro.
Livre-se da tolerância, para com o pecado da indiferença. Para ser curado você precisa antes de tudo ver isso como uma transgressão da Lei de Deus. Jesus disse que o grande mandamento é: Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Não amar é transgredir. Transgredir é pecar. Sem confissão de pecados, não há cura.
Se você está cansado de ser morno, se você está sentido que o deserto está lhe sufocando, então venha a Cristo e diga: ó Senhor, tu amaste a igreja de Laodicéia, então, ajuda-me também!
Arrependa-se. O verdadeiro arrependimento não é medido pelas lagrimas derramadas, mas pela mudança da direção dos passos. É mudança de paradigma, mudança de mente, mudança de atitude.
Portanto, aconselho que comprem de mim ouro puro para que sejam, de fato, ricos. E comprem roupas brancas para se vestir e cobrir a sua nudez vergonhosa. Comprem também colírio para os olhos a fim de que possam ver. (v. 18).
O verdadeiro ouro é o relacionamento com Deus – entre Pai e filho. A verdadeira roupa é a justiça de Cristo que nos cobre de toda a injustiça. A verdadeira medicina para os olhos é o discernimento espiritual para julgar todas as coisas como elas de fato são.
Quando dizemos que a nossa missão é transformar vidas, mas não comparecemos nas reuniões de oração semanais alegando falta de tempo, porventura não é isso provocar o zelo de Deus? Quando dizemos que assumimos o nosso compromisso diante de Deus de sustentar a sua obra com o nosso dízimo e nossa oferta, e muitas vezes desviamos esse dinheiro para nossas próprias coisas, não é o zelo de Deus que provocamos?
Aqui vai uma advertência. Nós não estamos brincando de igreja, estamos lutando pela salvação de nossas almas e pela salvação dos perdidos. Tome uma posição! Obedeça! Volte-se para Cristo, arrependido de toda indiferença, de toda frieza nas coisas espirituais, pedindo ouro, linho fino e colírio para os olhos da fé.
26 de junho de 2012
Um texto muito bom pra ser lido numa terça-feira
Textos Bíblicos que Incomodam
Sinto na alma, a cada dia, a dificuldade que é ser um cristão. O padrão que Jesus espera de mim nem sempre vai de encontro aos meus anseios e vontades. Confesso que há certas coisas difíceis de praticar, e imagino que a caminhada se tornaria mais "fácil" se alguns versos fossem simplesmente suprimidos da Bíblia. Eles me deixam perplexo, constrangem, expõem minhas fragilidades, e alguns conceitos que emanam deles parece não funcionar na prática.
Como é possível a Bíblia afirmar que "os mansos herdarão a terra" (Mt 5.5), se estamos vendo que quem conquista, vence e manda, são os fortes, os guerreiros e os que detém as armas?
Como concordar com a parábola em que o trabalhador da última hora recebe ao entardecer o mesmo salário de quem malhou duro o dia inteiro (Mt 20)?
E a matemática divina, então? Deixar noventa e nove ovelhas no deserto, à mercê dos lobos, para ir atrás de uma só ovelha desgarrada? Deixa-a ir embora. Quem sabe ela não fosse uma desajustada que não merecia estar junto ao rebanho.
Uma viúva pobre vai, deposita duas moedinhas no gazofilácio e Jesus afirma que ela ofertou mais que todos os "graudões" cheios de posses (Lc 21.3). Se eu for aplicar isso em minha igreja, não terei dinheiro para pagar sequer a conta de luz no próximo mês.
O corretivo que Jesus usa parece depor contra o bom senso: um filho vai embora de casa, vive dissolutamente desperdiçando todos os seus bens, retorna de mãos vazias, e ainda ?ganha? uma festa (Lc 15.25). O irmão, que permaneceu na casa teve de trabalhar em dobro durante a sua ausência, e parece que não recebeu nada por isso.
Amo a minha família, amo meus irmãos, tenho prazer em estar com os amigos. Mas vem Jesus e diz que eu não estou fazendo nada demais, pois até os incrédulos fazem o mesmo. O que Ele quer afinal? Que eu demonstre amor aos inimigos e abençoe quem me persegue? Acreditem: é exatamente isso que Ele deseja (Mt 5.43-48)! Isso é demais!
Até aqui falei como tolo. Jesus incomoda e vai continuar incomodando sempre. Por vezes agimos como o povo geraseno, que perturbados com a presença Dele, rogaram-lhe educadamente que se retirasse daquelas terras (Mc 5.17). Pretendemos afastar Jesus de tudo aquilo que Ele pode "atrapalhar". Afinal, temos nossa vida, nossa visão, nossa maneira de pensar.
Todavia, a "loucura" do Evangelho é a nossa cura. É a verdadeira forma de encarar a vida. Quem ousar mergulhar de cabeça compreenderá, quem se arriscar verá. Aquele que aceita o Evangelho como o único modo de vida que vale a pena viver, faz como o homem que encontrou um tesouro oculto no campo, e transbordante de alegria, vai vende tudo o que tem e compra aquele campo. É preciso arriscar tudo? não há meia aposta.
O Evangelho abre a nossa mente e nos dá novos olhos. E lendo a Bíblia com esses olhos percebo que os mansos não haverão de conquistar a terra, mas a receberão do Senhor, como herança, pois só Aquele que possui todas as coisas pode herdar aos seus filhos.
O trabalhador da última hora, assim como todos aqueles que encontram o amor Divino, ainda que tardiamente, também experimentarão da bondade do Pai. Para o Supremo Pastor, uma só ovelha é tão digna de ser salva, que Ele deixaria tudo para alcançar este "único", que sou eu e é você. A viúva pobre ofertou mais do que os outros porque eles deram do que sobrava, ela deu tudo o que tinha. O filho mais moço foi recebido de volta pelo pai porque Ele jamais nos trata segundo as nossas transgressões, entretanto rasga as cadernetas dos "justos", com suas anotações de cobrança.
Realmente há textos que incomodam, mas ao invés de tirá-los da Bíblia, devemos vive-los, pois é justamente onde eles "pegam" que precisamos ser curados. Pense nisto.
Extraído do site Estudos Gospel
Sinto na alma, a cada dia, a dificuldade que é ser um cristão. O padrão que Jesus espera de mim nem sempre vai de encontro aos meus anseios e vontades. Confesso que há certas coisas difíceis de praticar, e imagino que a caminhada se tornaria mais "fácil" se alguns versos fossem simplesmente suprimidos da Bíblia. Eles me deixam perplexo, constrangem, expõem minhas fragilidades, e alguns conceitos que emanam deles parece não funcionar na prática.
Como é possível a Bíblia afirmar que "os mansos herdarão a terra" (Mt 5.5), se estamos vendo que quem conquista, vence e manda, são os fortes, os guerreiros e os que detém as armas?
Como concordar com a parábola em que o trabalhador da última hora recebe ao entardecer o mesmo salário de quem malhou duro o dia inteiro (Mt 20)?
E a matemática divina, então? Deixar noventa e nove ovelhas no deserto, à mercê dos lobos, para ir atrás de uma só ovelha desgarrada? Deixa-a ir embora. Quem sabe ela não fosse uma desajustada que não merecia estar junto ao rebanho.
Uma viúva pobre vai, deposita duas moedinhas no gazofilácio e Jesus afirma que ela ofertou mais que todos os "graudões" cheios de posses (Lc 21.3). Se eu for aplicar isso em minha igreja, não terei dinheiro para pagar sequer a conta de luz no próximo mês.
O corretivo que Jesus usa parece depor contra o bom senso: um filho vai embora de casa, vive dissolutamente desperdiçando todos os seus bens, retorna de mãos vazias, e ainda ?ganha? uma festa (Lc 15.25). O irmão, que permaneceu na casa teve de trabalhar em dobro durante a sua ausência, e parece que não recebeu nada por isso.
Amo a minha família, amo meus irmãos, tenho prazer em estar com os amigos. Mas vem Jesus e diz que eu não estou fazendo nada demais, pois até os incrédulos fazem o mesmo. O que Ele quer afinal? Que eu demonstre amor aos inimigos e abençoe quem me persegue? Acreditem: é exatamente isso que Ele deseja (Mt 5.43-48)! Isso é demais!
Até aqui falei como tolo. Jesus incomoda e vai continuar incomodando sempre. Por vezes agimos como o povo geraseno, que perturbados com a presença Dele, rogaram-lhe educadamente que se retirasse daquelas terras (Mc 5.17). Pretendemos afastar Jesus de tudo aquilo que Ele pode "atrapalhar". Afinal, temos nossa vida, nossa visão, nossa maneira de pensar.
Todavia, a "loucura" do Evangelho é a nossa cura. É a verdadeira forma de encarar a vida. Quem ousar mergulhar de cabeça compreenderá, quem se arriscar verá. Aquele que aceita o Evangelho como o único modo de vida que vale a pena viver, faz como o homem que encontrou um tesouro oculto no campo, e transbordante de alegria, vai vende tudo o que tem e compra aquele campo. É preciso arriscar tudo? não há meia aposta.
O Evangelho abre a nossa mente e nos dá novos olhos. E lendo a Bíblia com esses olhos percebo que os mansos não haverão de conquistar a terra, mas a receberão do Senhor, como herança, pois só Aquele que possui todas as coisas pode herdar aos seus filhos.
O trabalhador da última hora, assim como todos aqueles que encontram o amor Divino, ainda que tardiamente, também experimentarão da bondade do Pai. Para o Supremo Pastor, uma só ovelha é tão digna de ser salva, que Ele deixaria tudo para alcançar este "único", que sou eu e é você. A viúva pobre ofertou mais do que os outros porque eles deram do que sobrava, ela deu tudo o que tinha. O filho mais moço foi recebido de volta pelo pai porque Ele jamais nos trata segundo as nossas transgressões, entretanto rasga as cadernetas dos "justos", com suas anotações de cobrança.
Realmente há textos que incomodam, mas ao invés de tirá-los da Bíblia, devemos vive-los, pois é justamente onde eles "pegam" que precisamos ser curados. Pense nisto.
Extraído do site Estudos Gospel
18 de maio de 2012
O Poder da Língua
Uma frase na hora errada pode causar um estrago muito grande. Depois que a palavra é emitida não tem como voltar atrás.
Uma pessoa que fala a um auditório pode ser aplaudida ou vaiada, de acordo com o que diz. Quase tudo na nossa vida é resultado da comunicação.
Vamos ver algumas referências bíblicas sobre o poder da língua:
Vamos ver algumas referências bíblicas sobre o poder da língua:
Cuidados com a língua: Prov. 10:19 - 11:12 - 12:18
Conter a língua: Prov. 17:28
Refreiar a língua: Tiago 1:26
Um pequeno órgão: Tiago 3:5-9
Guardar a língua: 1ª Pedro 3:10
São muitos versículos, mas podemos aprender com isso a necessidade de cuidar naquilo que falamos. Você e eu já sofremos as consequências por falar a coisa errada, no lugar errado e na hora errada. Também ja fomos elogiados por dizer a coisa certa, na hora e no lugar certos.
Tiago se preocupou com isso, de forma que dedicou uma parte dos seus escritos para nos alertar dos riscos do mau uso da língua. Não podemos viver sem a língua, mas ela pode causar grandes problemas para a nossa vida.
Tiago se preocupou com isso, de forma que dedicou uma parte dos seus escritos para nos alertar dos riscos do mau uso da língua. Não podemos viver sem a língua, mas ela pode causar grandes problemas para a nossa vida.
Para conquistar uma pessoa usamos a língua, mas com ela podemos destruir uma amizade. Para ganhar uma namorada dependemos a voz, mas podemos acabar com um casamento usando a fala.
Grandes estadistas perderam o trono por causa da língua, mas outros já sentaram na mesma cadeira com a palavra certa. Uma declaração de um chefe de Estado pode provocar a queda das bolsas de valores, enquanto outra declaração pode fazer as bolsas subir.
Como estamos usando a nossa língua? Podemos abençoar ou amaldiçoar as pessoas com a nossa língua. O futuro dos nossos filhos pode depender de como usamos a fala para declarar bençãos sobre a vida deles. Também podemos derramar maldições neles com as nossas palavras.
Grandes estadistas perderam o trono por causa da língua, mas outros já sentaram na mesma cadeira com a palavra certa. Uma declaração de um chefe de Estado pode provocar a queda das bolsas de valores, enquanto outra declaração pode fazer as bolsas subir.
Como estamos usando a nossa língua? Podemos abençoar ou amaldiçoar as pessoas com a nossa língua. O futuro dos nossos filhos pode depender de como usamos a fala para declarar bençãos sobre a vida deles. Também podemos derramar maldições neles com as nossas palavras.
Vamos pensar neste assunto tão sério.
Autor: Laércio
22 de novembro de 2011
Sete razões positivas porque os problemas são necessários.
por Pr.Josué Gonçalves
I) PARA NOS ENSINAR A SER SÁBIOS.
II) PARA TESTAR E DESENVOLVER NOSSA FÉ. A fé é como um nervo, se não for exercitada atrofia.
III) PARA NOS LIVRAR DA ZONA DE CONFORTO, LUGAR DE ESTAGNAÇÃO. Quando vem a tempestade, somos obrigados a nos mexermos e isso pode fazer toda a diferença.
IV) PARA NOS MANTER 100% DEPENDENTES DE DEUS. Quando esgotam as nossas possibilidades, buscamos a Deus de todo o coração.
V) PARA DESENVOLVER NOSSO CARÁTER. Humildade, paciência, verdade, justiça, domínio próprio etc...
VI) PARA NOS PROMOVER. DAVI FOI PROMOVIDO DEPOIS QUE VENCEU GOLIAS. Quem passa na prova, sempre é promovido pelo Senhor. Como vaso, somos provados, aprovados, promovido.
VII) PARA AMPLIAR A NOSSA VISÃO. Depois de atravessar o deserto de provações, não tem como sair do outro lado com a mesma visão.
Depois da experiência que passou, a viúva teve a sua visão ampliada.
Em vez de reclamar dos problemas, ofereça um sacrifício e louvor e muito em breve você verá o seu milagre acontecer.
Família, meu maior patrimônio - Pr. Josué Gonçalves
25 de agosto de 2011
Aprendendo com os erros do “filho pródigo”.
Josué Gonçalves
Quais seriam os conselhos de um filho que saiu de casa e perdeu tudo?
“Aquilo que os filhos não aprendem em casa,
a vida se encarrega de ensiná-los, e,
quase sempre, de forma dolorosa”.
É sempre melhor aprender com os erros dos outros do que errar para aprender. Até aqui, aprendemos muito com as virtudes do pai. Agora, vamos extrair algumas lições dos erros cometidos pelo “filho pródigo”. Se pudéssemos perguntar para esse filho, depois da sua dolorosa experiência: “Quais os conselhos que você daria para não passarmos por tudo o que você passou e nem sofrermos tudo o que você sofreu?” Certamente, ele nos conselhos imprescindíveis.
Primeiro - Cuidado com as suas decisões em tempo de crise
Para se tomar decisões relevantes na vida, o pior momento é quando estamos vivendo em tempo de crise.
Como disse no início, a crise pode tanto ser uma grande oportunidade de crescimento, como pode ser um tempo muito perigoso onde podemos nos perder. Eu experimentei um momento de grande crise na minha vida, provocada pela perda do meu pai, que morreu num acidente de automóvel, numa rodovia na cidade de Vinhedo, no Estado de São Paulo. Eu tinha apenas dezoito anos de idade, e ele estava com cinqüenta e um anos. Foi o fato que mais marcou-me em toda a minha vida.
Assim que fiquei sabendo do ocorrido, a única coisa que eu me perguntava, era: “Como será a nossa vida daqui para frente?” Foi nesse tempo que eu ouvi de um pastor, que é muito amigo: “Josué, não toma nenhuma decisão, não venda, não troque, não compre, não negocie, não mude, não decida nada neste momento. Espere o coração se acalmar, não tenha pressa, pois este não é o melhor momento para você e sua família tomarem decisões importantes”.
O sábio Salomão escreveu: “Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu” (Ec 3.1).
Lembre-se: as suas decisões afetam aqueles que caminham, viajam e convivem com você.
19 de julho de 2011
O quarteto do diabo
Hb 12:1
Veremos neste estudo, 4 armas utilizadas pelo inimigo para embaraçar a vida espiritual do servo de Deus
I. NÃO TEM PERIGO (1° tenor)
- Tem uma voz bem aguda. Alcança as notas mais altas.
- Tem voz doce e agradável.
1. Começou a cantar lá no Éden
2. Não se preocupe com Deus, Ele te entende
3. Isto não é tão grave assim...
II. SÓ MAIS UMA VEZ (2° tenor)
- A mais aguda das vozes masculinas.
- Em geral ele canta solos maravilhosos, como o famoso tenor Luciano Pavarotti
1. Só mais uma vez, depois vou parar
2. “Mais uma vez” formará um hábito difícil de quebrá-lo
3. “Jovens! Dêem uma polegada ao demônio e ele tomará uma milha; dêem-lhe um segundo e ele tomará uma vida; dêem-lhe uma palavra e ele escreverá um livro; dêem-lhe um pensamento e ele formará uma personalidade.”(John R. Bisagno)
III. TODOS ESTÃO FAZENDO (barítono)
- Voz masculina entre o tenor e o baixo.
- O barítono possui um som profundo e encorpado.
Ele tem uma voz grave, porém suave.
1. Uma espécie de justificativa
2. Tem tantos casais se separando; tem tantos jovens fornicando; vários obreiros já caíram...; eu não serei o primeiro...; se outros caem, por que não, eu?;
3. E o pior, tem sempre alguém que fez algo pior; “pior mesmo foi o que a irmã fulana fez”;
IV. AGORA NÃO, MAIS TARDE (baixo)
- Apreciamos ouvir um “baixo” bem profundo.
- Aquele que alcança as notas mais graves.
- Um quarteto que não tem um baixo bem profundo
parece que falta alguma coisa.
1. Deixe para amanhã
2. Assim que eu puder eu vou estudar;
3. Assim que eu puder eu vou orar / ler a Bíblia;
4. Assim que eu puder eu vou visitar minha tia;
5. Assim que eu puder eu vou ler um livro...
Veremos neste estudo, 4 armas utilizadas pelo inimigo para embaraçar a vida espiritual do servo de Deus
I. NÃO TEM PERIGO (1° tenor)
- Tem uma voz bem aguda. Alcança as notas mais altas.
- Tem voz doce e agradável.
1. Começou a cantar lá no Éden
2. Não se preocupe com Deus, Ele te entende
3. Isto não é tão grave assim...
II. SÓ MAIS UMA VEZ (2° tenor)
- A mais aguda das vozes masculinas.
- Em geral ele canta solos maravilhosos, como o famoso tenor Luciano Pavarotti
1. Só mais uma vez, depois vou parar
2. “Mais uma vez” formará um hábito difícil de quebrá-lo
3. “Jovens! Dêem uma polegada ao demônio e ele tomará uma milha; dêem-lhe um segundo e ele tomará uma vida; dêem-lhe uma palavra e ele escreverá um livro; dêem-lhe um pensamento e ele formará uma personalidade.”(John R. Bisagno)
III. TODOS ESTÃO FAZENDO (barítono)
- Voz masculina entre o tenor e o baixo.
- O barítono possui um som profundo e encorpado.
Ele tem uma voz grave, porém suave.
1. Uma espécie de justificativa
2. Tem tantos casais se separando; tem tantos jovens fornicando; vários obreiros já caíram...; eu não serei o primeiro...; se outros caem, por que não, eu?;
3. E o pior, tem sempre alguém que fez algo pior; “pior mesmo foi o que a irmã fulana fez”;
IV. AGORA NÃO, MAIS TARDE (baixo)
- Apreciamos ouvir um “baixo” bem profundo.
- Aquele que alcança as notas mais graves.
- Um quarteto que não tem um baixo bem profundo
parece que falta alguma coisa.
1. Deixe para amanhã
2. Assim que eu puder eu vou estudar;
3. Assim que eu puder eu vou orar / ler a Bíblia;
4. Assim que eu puder eu vou visitar minha tia;
5. Assim que eu puder eu vou ler um livro...
30 de junho de 2011
Uma comparação entre as religiões e/ou seitas
RELIGIÕES E/OU SEITAS COMPARADAS
1. RELIGIÕES:
A. Islamismo
B. Fé Mundial Bahaí
C. Budismo
D. Hinduísmo
E. Judaísmo
2. SEITAS SECRETAS:
A. Cientologia
B. Ordem Rosa Cruz
3. PSEUDOCRISTÃS:
A. Mormonismo
B. Testemunhas de Jeová
C. Adventista do Sétimo Dia
4. ESPÍRITAS:
A. Espiritismo
B. LBV
5. ORIENTAIS:
A. Hare Krishna
B. Meditação Transcendental
C. Igreja da Unificação
6. UNICISTAS:
1. Unicismo
2. Voz da Verdade
3. Igreja Local
7. MOVIMENTO NOVA ERA
A. Vários
CRISTIANISMO BÍBLICO
FUNDADOR: Jesus Cristo. Fundado por volta dos anos 30-33 d.C na Judéia, região da Palestina (atual Israel).
ESCRITURAS: A Bíblia escrita originalmente em hebraico e aramaico (Antigo Testamento) e grego (Novo Testamento).
DEUS: O Deus Único é Trino (Um Deus em três Pessoas, não três deuses): Pai, Filho e Espírito Santo. Freqüentemente o título Deus indica a primeira pessoa, Deus Pai. Deus é um Ser Espiritual sem corpo físico. Ele é pessoal e está envolvido com a humanidade. Criou o universo do nada. É eterno, nunca muda. É santo, amoroso e perfeito.
25 de junho de 2011
O genuíno culto pentecostal
por Caramuru Afonso Francisco
A crença na atualidade do batismo com o Espírito Santo e dos dons espirituais jamais pode gerar a banalização da adoração a Deus.
INTRODUÇÃO
- Prosseguindo o estudo das doutrinas da fé pentecostal, analisaremos o culto pentecostal, ou seja, a “reverência respeitosa a Deus“, conforme nos indica o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, inclusive nos utilizado de anotações do nosso saudoso irmão Sérgio Paulo Gomes de Abreu, fundador do Portal Escola Dominical.
- O culto é um ato de adoração, ou seja, ato pelo qual o homem reconhece que Deus é o Senhor de todas as coisas, inclusive do adorador.
- A adoração, embora envolva o culto formal a Deus numa igreja, não se confunde com esta prática, pois é algo que deve estar presente em todas as ações do ser humano, tanto que Jesus nos ensinou que os verdadeiros adoradores adoram a Deus em espírito e em verdade (Jo.4:23), ou seja, em todo o tempo, independentemente de local ou ocasião.
- Os estudiosos identificam os pentecostais por sua liturgia informal e participativa, mas jamais podemos confundir informalidade e participação com ausência de reverência, como, infelizmente, tem ocorrido entre muitos que pentecostais se dizem ser.
I – O QUE É CULTO
- Como já vimos supra, culto é “reverência respeitosa a Deus”, palavra que tem origem no latim “colo”, cujo significado é “cultivar; habitar, morar em; cuidar de, tratar de, preparar; honrar, venerar, respeitar”.
- Vemos, portanto, em primeiro lugar, que culto é o ato de cultivar, ou seja, o ato de cuidar, de criar algo para alguém. A “cultura”, o “cultivo” é uma atividade feita pelo ser humano, uma modificação que pratica no mundo que está à sua volta a fim de satisfazer alguma necessidade. Daí vem a ideia de “cultura”, o “conjunto de padrões de comportamento, crenças, conhecimentos, costumes etc. que distinguem um grupo social”. Deus, ao criar o homem, determinou que ele “cultivasse” o jardim que havia formado para ele no Éden (Gn.2:15), demonstrando assim que havia dotado o homem da capacidade de alterar e modificar o que havia sido criado na natureza, ante a sua condição de “mordomo” de Deus sobre a criação terrena (Gn.1:26).
- Percebemos, pois, logo de início, que o “culto” é um ato que deve partir do homem, de sua capacidade, do poder que Deus lhe conferiu, sendo, portanto, algo que tem necessariamente origem no homem e que tem de visar a Deus, já que foi Ele quem deu ao homem tal aptidão.
- “Culto” também significa “habitação”, “moradia”, pelo seu significado etimológico (ou seja, de acordo com a origem da palavra). Quando Deus determinou que o homem lavrasse a terra, cultivasse, mandou fazê-lo no lugar que havia preparado para ele, o jardim que plantou no Éden (Gn.2:8,15), de modo que temos que o culto é, antes de mais nada, a prática de uma atividade no lugar estabelecido por Deus para que o homem esteja. É uma demonstração de amor a Deus e de reconhecimento da Sua soberania no lugar estabelecido para o encontro entre Deus e o homem.
- Isto é importante porque vemos que o culto é uma atitude que exige, antes de mais nada, que o homem esteja no lugar determinado pelo Senhor. Não há como se cultuar a Deus senão estivermos no local indicado por Deus. Por isso, o culto a Deus, no tempo da lei, deveria ser feito exclusivamente no lugar escolhido por Deus (Dt.12:1-14). “Cultuar” é se pôr no seu devido “posto” (Ne.8:7), reconhecer qual é o seu lugar e qual é o lugar de Deus.
20 de janeiro de 2011
Aprendendo com Pedro
Antes de Pedro tornar-se um apóstolo cheio do Espírito Santo, um pregador ungido e um líder eficaz, revelou sua fraqueza e chegou ao ponto de negar a Jesus. Pedro caiu, suas lágrimas foram amargas, mas sua restauração foi completa. A queda de Pedro passou por alguns estágios. A seguir, mostraremos os 4 degraus de sua queda.
1. Autoconfiança (Lc 22.33)Quando Jesus alertou Pedro acerca do plano de Satanás de peneirá-lo como trigo, Pedro respondeu que estava pronto a ir com Ele tanto para a prisão como para a morte. Pedro subestimou a ação do inimigo e superestimou a si mesmo. Ele pôs exagerada confiança no seu próprio “eu”, e aí começou sua derrocada espiritual. Este foi o primeiro degrau de sua queda.
Estamos vivendo o apogeu da psicologia de autoajuda. As livrarias estão abarrotadas de obras que nos ensinam a confiar em nós mesmos. O cristianismo diz exatamente o contrário. Somos fracos e limitados.
1. Autoconfiança (Lc 22.33)Quando Jesus alertou Pedro acerca do plano de Satanás de peneirá-lo como trigo, Pedro respondeu que estava pronto a ir com Ele tanto para a prisão como para a morte. Pedro subestimou a ação do inimigo e superestimou a si mesmo. Ele pôs exagerada confiança no seu próprio “eu”, e aí começou sua derrocada espiritual. Este foi o primeiro degrau de sua queda.
Estamos vivendo o apogeu da psicologia de autoajuda. As livrarias estão abarrotadas de obras que nos ensinam a confiar em nós mesmos. O cristianismo diz exatamente o contrário. Somos fracos e limitados.
14 de janeiro de 2011
Sombras, tipos e mistérios (parte4)
Símbolos gerais II
"Há...tanta espécie de vozes no mundo, e nenhuma delas é sem significação" (1 Co 14.10)
FOGO
1. Deus é chamado um fogo consumidor (Dt 4.24) com o sentido de Deus zeloso (Êx 20.5) que "...ao culpado não tem por inocente..." (Êx 34.7c). Assim saiu fogo do Senhor e consumiu a Nadabe e Abiú, porque ofereceram fogo estranho (Lv 10.2). Desceu fogo do céu e consumiu dois capitães cada um com cinqüenta homens, que foram prender o profeta Elias (2 Rs 1.10-12). Apareceu em visões aos profetas no meio do fogo (Is 6.4; Ez 1.4; Ap 1.14). O castigo de Deus é ilustrado pelo fogo que consumia (SI 18.6,12).
2. A presença e aprovação de Deus se manifestam pelo fogo caindo sobre os sacrifícios feitos a Ele. Houve uma tocha de fogo sobre sacrifícios feitos por Abraão (Gn 15.17), e caiu fogo, da parte do Senhor, sobre o holocausto oferecido por Elias, em desafio aos profetas de Baal (1 Rs 18.38).
"Há...tanta espécie de vozes no mundo, e nenhuma delas é sem significação" (1 Co 14.10)
FOGO
1. Deus é chamado um fogo consumidor (Dt 4.24) com o sentido de Deus zeloso (Êx 20.5) que "...ao culpado não tem por inocente..." (Êx 34.7c). Assim saiu fogo do Senhor e consumiu a Nadabe e Abiú, porque ofereceram fogo estranho (Lv 10.2). Desceu fogo do céu e consumiu dois capitães cada um com cinqüenta homens, que foram prender o profeta Elias (2 Rs 1.10-12). Apareceu em visões aos profetas no meio do fogo (Is 6.4; Ez 1.4; Ap 1.14). O castigo de Deus é ilustrado pelo fogo que consumia (SI 18.6,12).
2. A presença e aprovação de Deus se manifestam pelo fogo caindo sobre os sacrifícios feitos a Ele. Houve uma tocha de fogo sobre sacrifícios feitos por Abraão (Gn 15.17), e caiu fogo, da parte do Senhor, sobre o holocausto oferecido por Elias, em desafio aos profetas de Baal (1 Rs 18.38).
13 de janeiro de 2011
Sombras, tipos e mistérios (parte3)
PEDRA
1. Pedra Quer Dizer Monumento
Sua principal utilidade sempre foi nas construções, porém nos tempos antigos servia de monumento. Jacó usou a pedra que lhe serviu de travesseiro e a pôs como coluna, fazendo voto a Deus (Gn 28.18-20). Outra vez Jacó fez um montão de pedras como testemunha, quando se separou de Labão (Gn 31.45-49).
Josué mandou tirar doze pedras do fundo do rio Jordão para memorial, para relembrar a passagem no Jordão (Js 4.4-8).
Samuel, depois da vitória sobre os filisteus, tomou uma pedra e a pôs entre Mispá e Sem, e chamou o seu nome Ebenézer, pedra de ajuda, querendo dizer: "...Até aqui nos ajudou o Senhor" (1 Sm 7.12b).
2. Pedra Pode Ser a Incredulidade, a Insensibilidade do Homem para com Deus
Quem não obedece a voz de Deus tem o coração de pedra.
1. Pedra Quer Dizer Monumento
Sua principal utilidade sempre foi nas construções, porém nos tempos antigos servia de monumento. Jacó usou a pedra que lhe serviu de travesseiro e a pôs como coluna, fazendo voto a Deus (Gn 28.18-20). Outra vez Jacó fez um montão de pedras como testemunha, quando se separou de Labão (Gn 31.45-49).
Josué mandou tirar doze pedras do fundo do rio Jordão para memorial, para relembrar a passagem no Jordão (Js 4.4-8).
Samuel, depois da vitória sobre os filisteus, tomou uma pedra e a pôs entre Mispá e Sem, e chamou o seu nome Ebenézer, pedra de ajuda, querendo dizer: "...Até aqui nos ajudou o Senhor" (1 Sm 7.12b).
2. Pedra Pode Ser a Incredulidade, a Insensibilidade do Homem para com Deus
Quem não obedece a voz de Deus tem o coração de pedra.
12 de janeiro de 2011
Livro: Sombras, tipos e mistérios (parte2)
(cont.)
CARNE
A carne é o tecido muscular dos animais. Vem nas páginas bíblicas com diversos significados.
1. A Palavra Aparece no Sentido Literal
Numa das murmurações, os israelitas disseram: "...Quem nos dará carne a comer?" (Nm 11.4c) Surgem idéias e opiniões contrárias ao uso da carne como alimento, dizendo que Deus ordenou a Adão para comer só vegetais: "...toda a erva...e toda a árvore..." (Gn 1.29). Isto é verdade, porém, logo após o dilúvio, Deus deu ordem a Noé para comer carne (Gn 9.3,4).
Em Levítico 11 deu uma lista de animais, chamados limpos, cuja carne podiam comer. Na Páscoa comiam um cordeiro assado. Jesus comeu o cordeiro pascoal, quando estava aqui no mundo (Mc 14.12-20).
CARNE
A carne é o tecido muscular dos animais. Vem nas páginas bíblicas com diversos significados.
1. A Palavra Aparece no Sentido Literal
Numa das murmurações, os israelitas disseram: "...Quem nos dará carne a comer?" (Nm 11.4c) Surgem idéias e opiniões contrárias ao uso da carne como alimento, dizendo que Deus ordenou a Adão para comer só vegetais: "...toda a erva...e toda a árvore..." (Gn 1.29). Isto é verdade, porém, logo após o dilúvio, Deus deu ordem a Noé para comer carne (Gn 9.3,4).
Em Levítico 11 deu uma lista de animais, chamados limpos, cuja carne podiam comer. Na Páscoa comiam um cordeiro assado. Jesus comeu o cordeiro pascoal, quando estava aqui no mundo (Mc 14.12-20).
Livro: Sombras, tipos e mistérios (parte1)
Linguagem figurada
"Desvenda os meus olhos, para que veja as maravilhas da tua lei" (SI 119.18)
A Bíblia tem alguma coisa diferente de todos os outros livros deste mundo.
A sua preservação por tantos séculos e a sua divulgação, sendo aceita e apreciada por tantas pessoas de classes, condições e profissões diferentes. Reis, filósofos, poetas, estadistas, sacerdotes, médicos, publicanos, pescadores, etc. escreveram, um no deserto de Sinai, outro no palácio de Jerusalém, outro junto ao rio da Babilônia, outro na cadeia de Roma, outro na Ilha de Patmos. Há um período de quase 1.600 anos entre o primeiro e o último escritor. Os materiais apresentados são: história, genealogia, lei, ética, profecia, ciência, higiene, economia, política e regras para a conduta pessoal. Tudo isto forma uma unidade, expondo o plano de Deus na salvação dos pecadores.
Gênesis é o começo das coisas. Apocalipse, a consumação.
De Gênesis a Malaquias - A Salvação necessária, prometida e tipificada.
Os quatro Evangelhos - A Salvação realizada.
De Atos a Apocalipse - A Salvação aplicada e consumada.
Na exposição da mensagem de Deus, a Bíblia usa linguagem figurada ou simbólica, que pode ser entendida pelo contexto ou pela comparação doutras passagens no mesmo assunto.
Muitas figuras de retórica estão no texto bíblico, tornando a idéia enfática, mantendo sempre a clareza do pensamento. A Bíblia é assim um livro de metáforas, símiles, alegorias, tipos, símbolos, etc.
Metáfora - Um objeto tomado por outro - "O Cordeiro de Deus".
Símile- Comparação- "Sou como o pelicano no deserto" (SI 102.6a).
Metonímia - Uma coisa tomada por outra, com relação de:
a) Causa pelo efeito - "Têm Moisés e os profetas" (Lc 16.29b).
b) Efeito pela causa - "Duas nações há no teu ventre" (Gn 25.23a).
Hipérbole - Aumento ou diminuição exagerada da realidade das coisas, "...faço nadar o meu leito...com as minhas lágrimas" (SI 6.6).
Ironia - Pensamento com sentido oposto ao significado literal, "...o homem é como um de nós, sabendo o bem e o mal" (Gn 3.22b).
Antropomorfismo - Atribuição a Deus das faculdades humanas: "O Senhor cheirou o suave cheiro" (Gn 8.21a).
Tipo - Alguma pessoa, coisa ou cerimônia que se refere a eventos futuros.
Símbolo - Algum objeto material representando verdades espirituais.
Alegoria - Aplicação alegórica de histórias verídicas ou exposição dum pensamento sob forma figurada.
Exemplos de alegorias: No primeiro caso, está a história dos dois filhos de Abraão, Ismael e Isaque, como os dois concertos da lei e da graça (Gl 4.22,23). No segundo caso, vem a história da vinha que foi trazida do Egito (SI 80.8-10); e a das duas águias e a videira (Ez 17.3-10). Há várias outras nos profetas. O livro de Cantares é uma alegoria representando o amor de Cristo para a sua igreja.
Parábola - Uma narrativa em que as pessoas e fatos corres¬pondem às verdades morais e espirituais.
"Desvenda os meus olhos, para que veja as maravilhas da tua lei" (SI 119.18)
A Bíblia tem alguma coisa diferente de todos os outros livros deste mundo.
A sua preservação por tantos séculos e a sua divulgação, sendo aceita e apreciada por tantas pessoas de classes, condições e profissões diferentes. Reis, filósofos, poetas, estadistas, sacerdotes, médicos, publicanos, pescadores, etc. escreveram, um no deserto de Sinai, outro no palácio de Jerusalém, outro junto ao rio da Babilônia, outro na cadeia de Roma, outro na Ilha de Patmos. Há um período de quase 1.600 anos entre o primeiro e o último escritor. Os materiais apresentados são: história, genealogia, lei, ética, profecia, ciência, higiene, economia, política e regras para a conduta pessoal. Tudo isto forma uma unidade, expondo o plano de Deus na salvação dos pecadores.
Gênesis é o começo das coisas. Apocalipse, a consumação.
De Gênesis a Malaquias - A Salvação necessária, prometida e tipificada.
Os quatro Evangelhos - A Salvação realizada.
De Atos a Apocalipse - A Salvação aplicada e consumada.
Na exposição da mensagem de Deus, a Bíblia usa linguagem figurada ou simbólica, que pode ser entendida pelo contexto ou pela comparação doutras passagens no mesmo assunto.
Muitas figuras de retórica estão no texto bíblico, tornando a idéia enfática, mantendo sempre a clareza do pensamento. A Bíblia é assim um livro de metáforas, símiles, alegorias, tipos, símbolos, etc.
Metáfora - Um objeto tomado por outro - "O Cordeiro de Deus".
Símile- Comparação- "Sou como o pelicano no deserto" (SI 102.6a).
Metonímia - Uma coisa tomada por outra, com relação de:
a) Causa pelo efeito - "Têm Moisés e os profetas" (Lc 16.29b).
b) Efeito pela causa - "Duas nações há no teu ventre" (Gn 25.23a).
Hipérbole - Aumento ou diminuição exagerada da realidade das coisas, "...faço nadar o meu leito...com as minhas lágrimas" (SI 6.6).
Ironia - Pensamento com sentido oposto ao significado literal, "...o homem é como um de nós, sabendo o bem e o mal" (Gn 3.22b).
Antropomorfismo - Atribuição a Deus das faculdades humanas: "O Senhor cheirou o suave cheiro" (Gn 8.21a).
Tipo - Alguma pessoa, coisa ou cerimônia que se refere a eventos futuros.
Símbolo - Algum objeto material representando verdades espirituais.
Alegoria - Aplicação alegórica de histórias verídicas ou exposição dum pensamento sob forma figurada.
Exemplos de alegorias: No primeiro caso, está a história dos dois filhos de Abraão, Ismael e Isaque, como os dois concertos da lei e da graça (Gl 4.22,23). No segundo caso, vem a história da vinha que foi trazida do Egito (SI 80.8-10); e a das duas águias e a videira (Ez 17.3-10). Há várias outras nos profetas. O livro de Cantares é uma alegoria representando o amor de Cristo para a sua igreja.
Parábola - Uma narrativa em que as pessoas e fatos corres¬pondem às verdades morais e espirituais.
29 de dezembro de 2010
1."...as coisas antigas já passaram..." (2 Co 5.17). O medo de viver, na verdade, origina-se na culpa e no pecado. Só quem se livrou do fardo do passado pode entrar leve e despreocupadamente pelo portal de um novo ano. Jesus Cristo é grande o suficiente para nos perdoar todos os pecados. Basta que os confessemos a Ele.
2. "...eis que se fizeram novas..." (2 Co 5.17). Alguém disse certa vez: "Um dia pode ser uma pérola, e um século, nada." Aquele que entregou sua vida a Jesus ganha a eternidade para si; quem vive sem Jesus está perdendo tudo desde agora.
3. "Oh! Tomara que me abençoes..." (1 Cr 4.10). Quando o talentoso artista Michelangelo começou a maior obra de sua vida na Capela Sistina, pintou primeiro duas mãos que abençoavam. Ele sabia o que também nós temos de saber para um novo ano: "Tudo depende da bênção de Deus".
4. "O que eu faço não o sabes agora; compreendê-lo-ás depois" (Jo 13.7). Muitas coisas que acontecem nos parecem estranhas, muitos caminhos de Deus para conosco parecem ininteligíveis, mas na eternidade vamos entender o porquê, pois Deus jamais erra.
5. "...a vida que agora vivo na carne vivo-a na fé do Filho de Deus" (Gl 2.20b, Ed. Rev. e Corrigida). Para quem vive pela fé em Jesus, a fé de Jesus passa a se tornar efetiva: não existe fé maior do que essa. Viver com Jesus significa alcançar o alvo, pois Ele é o Autor e Consumador da fé (Hb 12.2).
6. "...faça-se a tua vontade..." (Mt 6.10b). Seguir ao Senhor com um coração íntegro e obedecer-Lhe traz bênção nunca imaginada e é o melhor pré-requisito para o sucesso espiritual. Dar finalmente o passo diante do qual vacilamos até agora nos faz felizes e nos conduz à liberdade.
7. "Sede vós semelhantes a homens que esperam pelo seu senhor" (Lc 12.36). William McDonald disse: "Não basta defender a verdade acerca de Sua vinda; essa verdade deve nos dominar". Os cristãos mais ativos e santificados são aqueles que contam com a volta de Jesus e que amam a Sua vinda. Por isso o pastor Wilhelm Busch recomendava: "Juntem-se aos crentes que esperam pela volta do Senhor". (Norbert Lieth - http://www.chamada.com.br)
3 de dezembro de 2010
Tratamento de Beleza para mulheres
A beleza é um dos triunfos da mulher. Querer ser bela é inerente à feminilidade. Nestes dias em que a mulher anda reinando não apenas no lar, mas se projeta no cenário público, é bom que esteja apta para reinar com toda a sua pujança.
A Rainha Ester foi a mulher que impressionou pela sua beleza, não apenas ao rei, mas ao guarda das mulheres e a todos que a cercavam (Ester 2). A beleza de Ester não era superficial e nos fala de muito preparo. Foram doze meses de embelezamento.
Um novo ano começou e com ele o desafio de doze meses para um tratamento de beleza que nos coloque numa postura que glorifique ao Rei dos Reis. Deus tudo fez tudo belo e admirou-se de Sua criação. Aprimoremos também a beleza que Deus criou.
A receita para este tratamento começa com:
LIMPEZA INTERIOR - Do coração procedem as fontes da vida - (Pv 4.20-27).
Dele é necessário retirar todas as manchas, cicatrizes de amargura, frustrações, toda a sujeira que esteja poluindo a alma. Jesus adverte que o mal vem de dentro - (Mc 7.14-23) e Jeremias fala dos enganos do coração (Jr 17.9), por isso faz-se necessário permitir um trabalho profundo do Espírito Santo para a remoção de tudo que possa comprometer a beleza do caráter do Cristão. O Salmo 139.23-24 nos conduz à confissão e quebrantamento pela ação do espírito.
ELIXIR DE REJUVENESCIMENTO - A mente exerce um grande poder sobre nós. Somos, realmente, aquilo que pensamos - belas ou feias, novas ou velhas. Paulo fala em transformação pela renovação da mente (Rm 12.2). Faz mais efeito que as operações plásticas que concertam ou pioram apenas o que é exterior. Encher a mente de pensamentos positivos (Fp 4.8) e preenchê-la com a Palavra de Deus (Cl 3.15). Aí se encontra o verdadeiro segredo da força da juventude.
ÓLEO PARA A CABEÇA - O óleo da união derramado sobre a cabeça de Arão (Sl 133) que nos leva a amar as pessoas, aceitá-las como são. Óleo que lubrifica os relacionamentos, fluindo como ingredientes para uma convivência saudável. Também o óleo da unção do Espírito que ungindo a cabeça, faz transbordar o coração (Sl 23.5).
BATOM PARA OS LÁBIOS - É o louvor. Salmo 34.1 nos recomenda a usá-lo constantemente. Evitemos palavras ferinas, negativas ou hábitos da murmuração. Enfeitar os lábios com palavras de louvor, de conforto, que levante os abatidos e glorifiquem ao nosso Rei (Sal 19.14).
MAQUIAGEM - Não há processo mais eficaz para embelezar a face do que a alegria. "O coração alegre aformoseia o rosto..." (Pv 15.13).
BRILHO - O tempo que passamos com Deus dá brilho a vida. Que o diga Moisés (Ex 34.29). "Para ser bela pára um minuto diante do espelho, cinco minutos diante da sua alma e quinze minutos diante de deus" - Michel Quoist.
CREME PARA AS MÃOS - (Ec 9.10 e Pv 31.20) Mãos adornadas com o serviço ao próximo. Mãos que trabalham, mãos que constroem, mãos que ajudam, mãos que sustentam os debilitados.
CALÇADOS PARA OS PÉS - (Pv 4.26-27) - Pés que andam por caminhos direitos (Is 52.7) - Pés formosos que levam boas notícias, as boas novas da salvação.
TRAJE - Alta costura do Atelier do senhor - (1Pe 3.3-4) apresenta o traje do espírito manso e suave. E é a única fórmula bíblica para conquistar o esposo para Cristo.
PERFUME - Mais precioso que o "Chanel 5 ", pois é da "grife" do Senhor - (2 Co 2.14-15) - O perfume de Cristo. É um pouco diferente das famosas essências francesas cujos frascos precisam ser bem lacrados para não exalar o aroma; neste, o "vaso de alabastro" (a nossa casca grossa) tem que ser quebrado para perfumar o ambiente.
ETIQUETA SOCIAL - Aulas de etiqueta social não podem faltar ao tratamento de beleza, pois completam o trabalho realizado. Define-se apenas numa palavra AMOR. Sem ele nada tem valor. E com ele é possível nos apresentarmos com nobreza em qualquer ambiente. (1 Co 13.5) " O amor comporta-se bem e não busca vantagens próprias".
Que Deus lhe proporcione oportunidades para viver a beleza de Cristo em todo o seu esplendor.
Desenvolva toda sua potencialidade de MULHER CRISTÃ atuando em sua Igreja em um dos ministérios existentes, em seu lar, enfim em todo tempo que a Luz de Jesus brilhe através de você.
Fonte: Mulher Cristã
A Rainha Ester foi a mulher que impressionou pela sua beleza, não apenas ao rei, mas ao guarda das mulheres e a todos que a cercavam (Ester 2). A beleza de Ester não era superficial e nos fala de muito preparo. Foram doze meses de embelezamento.
Um novo ano começou e com ele o desafio de doze meses para um tratamento de beleza que nos coloque numa postura que glorifique ao Rei dos Reis. Deus tudo fez tudo belo e admirou-se de Sua criação. Aprimoremos também a beleza que Deus criou.
A receita para este tratamento começa com:
LIMPEZA INTERIOR - Do coração procedem as fontes da vida - (Pv 4.20-27).
Dele é necessário retirar todas as manchas, cicatrizes de amargura, frustrações, toda a sujeira que esteja poluindo a alma. Jesus adverte que o mal vem de dentro - (Mc 7.14-23) e Jeremias fala dos enganos do coração (Jr 17.9), por isso faz-se necessário permitir um trabalho profundo do Espírito Santo para a remoção de tudo que possa comprometer a beleza do caráter do Cristão. O Salmo 139.23-24 nos conduz à confissão e quebrantamento pela ação do espírito.
ELIXIR DE REJUVENESCIMENTO - A mente exerce um grande poder sobre nós. Somos, realmente, aquilo que pensamos - belas ou feias, novas ou velhas. Paulo fala em transformação pela renovação da mente (Rm 12.2). Faz mais efeito que as operações plásticas que concertam ou pioram apenas o que é exterior. Encher a mente de pensamentos positivos (Fp 4.8) e preenchê-la com a Palavra de Deus (Cl 3.15). Aí se encontra o verdadeiro segredo da força da juventude.
ÓLEO PARA A CABEÇA - O óleo da união derramado sobre a cabeça de Arão (Sl 133) que nos leva a amar as pessoas, aceitá-las como são. Óleo que lubrifica os relacionamentos, fluindo como ingredientes para uma convivência saudável. Também o óleo da unção do Espírito que ungindo a cabeça, faz transbordar o coração (Sl 23.5).
BATOM PARA OS LÁBIOS - É o louvor. Salmo 34.1 nos recomenda a usá-lo constantemente. Evitemos palavras ferinas, negativas ou hábitos da murmuração. Enfeitar os lábios com palavras de louvor, de conforto, que levante os abatidos e glorifiquem ao nosso Rei (Sal 19.14).
MAQUIAGEM - Não há processo mais eficaz para embelezar a face do que a alegria. "O coração alegre aformoseia o rosto..." (Pv 15.13).
BRILHO - O tempo que passamos com Deus dá brilho a vida. Que o diga Moisés (Ex 34.29). "Para ser bela pára um minuto diante do espelho, cinco minutos diante da sua alma e quinze minutos diante de deus" - Michel Quoist.
CREME PARA AS MÃOS - (Ec 9.10 e Pv 31.20) Mãos adornadas com o serviço ao próximo. Mãos que trabalham, mãos que constroem, mãos que ajudam, mãos que sustentam os debilitados.
CALÇADOS PARA OS PÉS - (Pv 4.26-27) - Pés que andam por caminhos direitos (Is 52.7) - Pés formosos que levam boas notícias, as boas novas da salvação.
TRAJE - Alta costura do Atelier do senhor - (1Pe 3.3-4) apresenta o traje do espírito manso e suave. E é a única fórmula bíblica para conquistar o esposo para Cristo.
PERFUME - Mais precioso que o "Chanel 5 ", pois é da "grife" do Senhor - (2 Co 2.14-15) - O perfume de Cristo. É um pouco diferente das famosas essências francesas cujos frascos precisam ser bem lacrados para não exalar o aroma; neste, o "vaso de alabastro" (a nossa casca grossa) tem que ser quebrado para perfumar o ambiente.
ETIQUETA SOCIAL - Aulas de etiqueta social não podem faltar ao tratamento de beleza, pois completam o trabalho realizado. Define-se apenas numa palavra AMOR. Sem ele nada tem valor. E com ele é possível nos apresentarmos com nobreza em qualquer ambiente. (1 Co 13.5) " O amor comporta-se bem e não busca vantagens próprias".
Que Deus lhe proporcione oportunidades para viver a beleza de Cristo em todo o seu esplendor.
Desenvolva toda sua potencialidade de MULHER CRISTÃ atuando em sua Igreja em um dos ministérios existentes, em seu lar, enfim em todo tempo que a Luz de Jesus brilhe através de você.
Fonte: Mulher Cristã
2 de dezembro de 2010
Pr. Josué Gonçalves, um pastor que abençoa os nossos lares
1. Protege-se das doenças psicossomáticas provocadas pelo estresse;
2. Não dá legalidade para o diabo trabalhar em sua vida;
3. Constrói relacionamentos saudáveis e duradouros;
4. Nutre aqueles com os quais convive;
5. Não faz tempestade em copo d’aqua, consegue enxergar as coisas na perspectiva certa;
6. Quase sempre acerta nas respostas, porque dependendo do que está em jogo, conta até 100 para responder;
7. Sempre ganha, porque saber perder;
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No amor de Deus
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