8 de agosto de 2011

6- COMO TRANSFORMAR A CRISE EM TRIUNFO

(Gn 26.1-33)

A crise é uma encruzilhada, onde uns colocam os pés na estrada da vitória, e outros descem a ladeira do fracasso. A crise revela os verdadeiros heróis: uns ficam esmagados debaixo da bota dos gigantes, e outros olham por sobre os ombros dos gigantes para os horizontes largos. Na crise, uns fracassam, e outros triunfam. E no ventre da crise que surgem os grandes vencedores.
A crise é um tempo de oportunidade: uns olham para a ela como a porta da esperança, e outros a vêem como a sepultura dos sonhos. John Rockefeller disse que "o futuro não acontece simplesmente; ele é criado por homens de visão".
Os Estados Unidos estão no terceiro padrão residencial. No começo, o país era agrícola. O florescimento da industrialização e o leque dos serviços públicos levaram o país a ser predominantemente urbano. Hoje, a nação é suburbana; a maioria da população concentra-se na periferia das grandes cidades. O grande idealizador desse deslocamento das pessoas, dos centros congestionados, para os subúrbios foi William Levitt. Ele inovou o sistema de construção, criou financiamento para aquisição de casas próprias e desenvolveu um novo modelo de comunidade. Depois da Segunda Guerra Mundial, o país experimentou uma crise residencial. O número de casamentos aumentou assustadoramente com o retorno dos soldados combatentes. Houve uma explosão demográfica, e, assim, milhões de pessoas viviam inadequadamente em garagens e barracões. William Levitt, portanto, aproveitando a crise de habitação, deu corpo a seu sonho, comprando enormes lotes no subúrbio de Nova York, onde as propriedades eram baratas, e enviou suas equipes para construir casas. A idéia explodiu no país. Em pouco tempo, os Estados Unidos estavam semeados de áreas semelhantes, e a crise habitacional foi eliminada. Foi uma revolução na indústria de moradias. A crise é um tempo de semeadura.
A crise gera medo, insegurança e instabilidade. Isaque quer fugir, pois há fome em sua terra. Mas a crise é tempo de oportunidade e da intervenção sobrenatural de Deus. Vejamos, à luz desse texto, cinco princípios para transformar a crise em triunfo.
Na crise, siga a orientação de Deus, em vez de fugir (Gn 26.1-6)

Há quatro atitudes que precisamos tomar em tempos de crise:

Em primeiro lugar, na crise somos desafiados a lutar pela própria sobrevivência (Gn 26.1).

7 de agosto de 2011

5- QUANDO UM CASAMENTO DOCE SE TORNA AMARGO


(Gn 24.63-67; 25.20-21; 26.7-11; 27.1-46)

Casaram-se e foram felizes para sempre." Essa pode ser uma frase de impacto, mas não é verdadeira. Combina com um filme romântico, mas não com a vida real. Não existe casamento perfeito. Não existe felicidade automática. A felicidade conjugai precisa ser construída com renúncia e investimento. Cerca de 50% das pessoas que vão sorrindo para o altar no dia do casamento passam o resto da vida chorando por causa do casamento. Cerca de 70% das pessoas que se divorciam e se casam de novo descobrem que o segundo casamento é mais problemático que o primeiro. As feridas abertas pelo rompimento do casamento sangram e doem muito. Doem, sobretudo, nos filhos, as maiores vítimas do divórcio dos pais. O impacto do divórcio na vida de algumas crianças é mais forte do que a morte de um dos pais.
Ao atender uma jovem senhora em prantos, com a palma da mão rasgada numa briga conjugai, perguntei-lhe: "Quantos anos você tem de casada?". Ela me respondeu: "Dois meses". Um detalhe, ela era filha de pastor, e o marido, filho de presbítero. O doce ficara amargo ainda na lua-de-mel. Outra mulher, com seis meses de casamento, disse-me: "Eu não sei o que é ser feliz no casamento". Como está seu casamento? Quão feliz você é em seu relacionamento conjugai? O que você poderia fazer para melhorar seu relacionamento com seu cônjuge?
No casamento, é possível começar bem e terminar mal. E possível começar na dependência de Deus e perder o temor de Deus no meio do caminho. E possível começar em harmonia e terminar com feridas e mágoas. E possível fazer um casamento dentro da vontade de Deus e destruí-lo com as próprias mãos. E possível começar com intenso amor e afogar o casamento no mar da indiferença, da amargura e da separação.
Como está seu casamento? E aquilo que você sonhou? Como está sua família? E o que você planejou? Vejamos agora um casal que começou bem e terminou mal, uma família que tinha tudo para dar certo e sofreu reveses terríveis.

Uma família que tinha tudo para dar certo

O casamento de Isaque com Rebeca tinha tudo para dar certo. Eles formavam o que chamamos de um par perfeito. Vejamos as qualidades de Isaque, um excelente partido, um jovem cobiçado por qualquer mãe como genro, Isaque tinha berço, tinha dinheiro e era um jovem crente. Ele reunia condições físicas, sociais e espirituais para agradar a mais exigente das candidatas ao matrimônio. Vejamos alguns de seus predicados:
Em primeiro lugar, Isaque era jovem. Ele casou-se com 40 anos (Gn 25.20). Tendo em vista que ele morreu com 180 anos (Gn 35.28,29), casou-se muito moço. Isso eqüivale a um homem que chega aos 80 anos casar-se com vinte anos. Ele estava no auge de seu vigor físico.

6 de agosto de 2011

4 - O TRIUNFO DA FÉ

O TRIUNFO DA FÉ
(Gn 22.1-19)

A fé prevalece com Deus, vence o pecado, derrota Satanás e triunfa sobre as dificuldades. Deus tirou Abraão da masmorra de Satanás, chamando-o de uma terra idolatra para ser o pai da fé.
O capítulo 22 de Gênesis relata um episódio que constitui a experiência máxima de Abraão como homem de fé. Deus lhe promete um filho, demora 25 anos para cumprir a promessa. Agora que o filho já é um adolescente, Deus pede esse filho a Abraão em holocausto. Abraão obedece prontamente, sem questionar, por entender que Deus era poderoso para ressuscitar seu filho. Sem fé, esse ato é loucura e paranóia. Sem fé, o gesto de Abraão é um atentado criminoso. Sem fé, Abraão é um homem senil, e não um herói; um carrasco sem ração, e não um gigante de Deus.Esse episódio revela a grande batalha da fé

Três verdades podem ser destacadas para retratar essa batalha da fé:
Em primeiro lugar, a fé que suporta a maior prova (Gn 22.1,2). A fé verdadeira sempre é provada. Ela não se enfraquece nas provas, mas torna-se ainda mais robusta e combativa. Vejamos algumas lições:
Primeiro, a fé não testada é fé insegura. O que Abraão revela não é crendice, não é fé infantil, imatura, mas fé adulta, guerreira. A qualidade do metal é comprovada por aquilo que pode suportar. A coragem do soldado se evidencia na luta. Só uma casa edificada sobre a rocha enfrenta a fúria da tempestade sem desabar. Deus pede a Abraão seu filho amado, o melhor que ele tem. Pede tudo. Pede mais do que sua vida. Pede seu amor. Pede seu filho em sacrifício.
Segundo, as provas não só testam a fé, mas a revigoram. Os músculos exercitados tornam-se mais rijos. O corredor bem treinado tem melhor desempenho na corrida. As tribulações produzem paciência, e esta conduz a ricas e profundas experiências.
Terceiro, o autor da prova é o próprio Deus. Abraão crê em Deus e Lhe obedece porque sabe que a loucura [aos olhos dos homens] de Deus é sabedoria ainda não descoberta. Deus o prova não para envergonhá-lo ou derrotá-lo, mas para elevá-lo.
Em segundo lugar, a fé que vence dificuldades para obedecer. Há sete dificuldades que Abraão deve ter enfrentado para obedecer a Deus nesse assunto:
Primeiro, a ordem de Deus parece contrária à lei antecedente de Deus (Gn 9.5,6). Há momentos em que a palavra de Deus parece contraditória, pois ele nos pede coisas que parecem estar na contramão de sua própria verdade revelada. Mas essa contradição é apenas aparente, pois Deus é luz, e não há nele treva nenhuma.
Segundo, a ordem de Deus era contrária à grande afeição que Abraão tinha pelo filho. Isaque representava o maior bem que Abraão possuía. Isaque era seu próprio coração pulsando em seu peito. Entregar Isaque era dar tudo, dar a si mesmo.
Terceiro, a ordem de Deus era contrária ao bom senso. Sacrificar Isaque frustraria todos os sonhos de Abraão. Mas ele levou sua razão cativa à obediência da fé e entregou seu filho amado.
Quarto, a ordem de Deus era contrária à promessa de Deus. O Senhor havia dito a Abraão: "Em Isaque será chamada a tua descendência". Quando Deus parece entrar em conflito Consigo mesmo e Sua ordem, em conflito com Sua promessa, precisamos descansar em Sua soberania e obedecer sem duvidar.
Quinto, Deus não lhe deu nenhum motivo para ele cumprir essa ordem. Deus, simplesmente, deu-lhe uma ordem sem dar-lhe qualquer justificativa. A fé não busca razões; ela se contenta em obedecer. Ela não olha para a plausibilidade da ordenança, mas para aquele que ordena. Abraão conhecia Deus, por isso confiava nele.
Sexto, como ele poderia olhar novamente para o rosto de Sara? Aquela decisão atingia diretamente Sara. Isaque também pertencia a ela. Sua confiança em Deus afastou dele todo o temor de uma crise conjugai. Ele não caminhou inseguro nem nutriu nenhuma dúvida em seu coração. Ele não trabalhava com a possibilidade da tragédia, mas com a certeza do milagre.
Sétimo, como ficaria sua reputação diante dos egípcios e dos cananeus? Isso seria uma eterna reprovação a Abraão e seus altares. Mas porque agiu por fé, seu testemunho tem iluminado o caminho de milhões de pessoas em todo o mundo há séculos.
Em terceiro lugar, a fé que dá vários passos rumo à obediência. Abraão dá nove passos na direção da obediência quando submetido à maior de todas as provas. Já abordamos esse ponto no capítulo anterior, mas o aprofundaremos agora um pouco mais.
Primeiro, Abraão discerne a voz de Deus e responde ao seu chamado (Gn 22.1). Deus bradou: "Abraão!". Ele respondeu, imediatamente: "Eis-me aqui". Porque Abraão discerniu a voz de Deus, responde a seu chamado mesmo antes de saber o que era. Abraão estava sempre no centro da vontade de Deus, onde Deus queria, fazendo o que Deus queria, na hora em que Deus mandava.
Segundo, Abraão confia no caráter de Deus, por isso Lhe obedece sem demora e sem reservas (Gn 22.3). Ele não questionou Deus. Não duvidou de sua palavra. Ele não esperou até Deus mudar de idéia. Ele não ficou decepcionado com Deus nem entrou na caverna da depressão. Abraão obedeceu ainda que a ordem de Deus tenha parecido sem sentido. A procrastinação é um convite à ruína. Protelar é um laço astucioso do diabo. As ordens desatendidas são um caminho para a perdição. Abraão levantou-se de madrugada. Ele obedeceu rapidamente.
Terceiro, Abraão preparou todas as coisas para o sacrifício. Abraão obedece não apenas de imediato, mas integralmente. Ele leva todos os ingredientes para o sacrifício: lenha, fogo, cutelo e o cordeiro. Ele tem disposição para obedecer. Deus não aceita obediência parcial, pois isso é desobediência total.
Quarto, Abraão obedece, em vez de especular. A fé demonstrada por Abraão não é fé especulativa que quer saber onde, por que, para que, mas a fé que quer ir para onde Deus manda. Abraão age de forma oposta ao profeta Jonas. Deus mandou este ir para Nínive, e ele foi para Társis. Deus man¬dou Abraão oferecer seu filho em holocausto, e ele caminhou resolutamente na direção apontada por Deus. Se quiséssemos fazer a vontade de Deus mais do que sabê-la, não haveria ninguém que não a soubesse. Deus mandou Abraão para o monte Moriá, e para lá é que ele foi. Moriá significa "manifestação de Iavé". E no monte da obediência que Deus Se manifesta.
Quinto, Abraão foi persistente em obedecer a Deus (Gn 12.4). Ele caminhou três dias, tempo suficiente para dúvidas assaltarem sua mente. Tempo suficiente para buscar rotas de fuga. Tempo suficiente para entregar-se a racionalizações e desculpas. Três dias foi tempo bastante para que a incredulidade sussurrasse em seus ouvidos muitos pensamentos dissuasivos. Foi tempo bastante longo para que o amor pelo filho suplantasse o amor a Deus. Mas Abraão persiste, persiste em obedecer.
Sexto, Abraão deixou seus servos a distância (Gn 12.5). Ele não queria que ninguém o impedisse de obedecer a Deus integralmente. Ele está determinado a levar Deus a sério. Ele não compreende, mas está certo de que Deus sabe o que faz.
Sétimo, Abraão é capaz de transformar a tragédia em adoração (Gn 22.5). Abraão disse a seus servos: "... depois de adorarmos, voltaremos". Ele não mataria seu filho: ele o sacrificaria. Ele levantaria um altar. Ele adoraria. Abraão compreendeu que devemos obedecer a Deus ainda que Ele pareça contraditório. Parece que Deus luta contra Deus; a verdade, contra a verdade; e o mandamento, contra a promessa. Abraão compreende que Isaque pode morrer, mas Deus não pode deixar de ser Deus fiel, e não pode deixar de cumprir Sua promessa. Deus não procura pessoas que argumentem, mas as que adorem e obedeçam!
Oitavo, Abraão, pela fé, crê na ressurreição de todas as promessas de Deus (Gn 22.5). Abraão ainda diz a seus servos: "... voltaremos". Em Hebreus 11, lemos que Abraão creu que Deus ressuscitaria Isaque. As promessas de Deus não morrem. Para Deus, nunca haverá impossibilidades no cumprimento de Suas promessas. Abraão esperava um milagre. Ele vislum¬brava a ressurreição!
Nono, Abraão crê na provisão divina (Gn 22.7,8). Ali, Abraão proferiu pela primeira vez este nome de Deus:
Jeová-Jiré. Ele sabia que Deus nunca falha, nunca decepciona. Ele sabia que os caminhos de Deus, mesmo na tormenta, são seguros. Nas horas das trevas mais espessas, Deus sempre acende uma luz em nosso caminho. Quando estamos na estrada da obediência, Ele sempre provera! É no monte do Senhor, na terra da obediência sacrificial, que o Senhor prove!

Esse episódio revela a recompensa da fé
Três verdades benditas emanam dessa experiência de Abraão:
Em primeiro lugar, o livramento (Gn 22.11,12,14). O livramento de Deus pode ser visto de duas maneiras gloriosas:
Primeiro, Isaque é poupado. O mesmo Deus que ordena Abraão sacrificar Isaque é o Deus que proíbe Abraão de imolar o filho. O mesmo Deus que pede Isaque em sacrifício providencia o substituto. O mesmo Deus que pede o filho providencia o cordeiro. Deus não queria Isaque, mas a obediência de Abraão.
Segundo, Abraão é exaltado. Deus diz: "Agora sei...". Não que Deus não soubesse. A firmeza de Abraão não surpreendeu Deus, mas foi um testemunho para o mundo. Deus provou Abraão para que seu exemplo se tornasse uma fonte de encorajamento para milhões de outras pessoas. Porque Abraão obedeceu, Deus o exaltou e fez dele o pai e o paradigma de todos os que crêem.
Em segundo lugar, o substituto (Gn 12.13). O cordeiro, símbolo de Cristo, é providenciado para substituir Isaque. No monte Moriá, Deus poupou Abraão e Isaque. Poupou o pai e o filho. Todavia, dois mil anos depois, Deus não poupou a Si mesmo nem a Seu próprio Filho, antes por todos nós o entregou (Rm 8.32). Aquele cordeiro sacrificado em lugar de Isaque apontava para Jesus, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (Jo 1.29). A Bíblia diz que Abraão exultou por ver o dia de Cristo, "viu-o e alegrou-se" (Jo 8.56).
Em terceiro lugar, a promessa (Gn 22.16-19). Deus faz menção da obediência de Abraão como consideração do pacto (Gn 22.16). Deus agora confirma a promessa do pacto (Hb 6.13). Deus promete a Abraão uma numerosa descendência. Ele não perde o filho e ainda ganha milhares de milhares de outros filhos.

MOMENTO DE NOS UNIRMOS E ASSINARMOS O ABAIXO-ASSINADO PELA LIBERDADE NA COREIA DO NORTE


Um abaixo-assinado está sendo realizado em favor da liberdade religiosa na Coreia do Norte e já conseguiu coletar mais de 20 mil assinaturas de cristãos que estão preocupados com isso no Reino Unido. A Release International apresentou a petição na embaixada norte-coreana em Londres, na semana passada.

MAIS INFORMAÇOES NO BLOG (CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO)



5 de agosto de 2011

"Não adianta dizer:
- Estamos fazendo o melhor que podemos.
Temos que conseguir o que quer que seja necessário."

Winston Churchill

Aprendendo a Falar a Linguagem de Deus


Ora, todo aquele que se alimenta de leite é inexperiente na palavra da justiça (conforme a divina vontade no propósito, pensamento e ação), porque é criança [incapaz ainda de falar]. Mas o alimento sólido é para os adultos, para aqueles que, pela prática, têm as suas faculdades exercitadas para discernir não somente o bem, mas também o mal.
Hb 5.13-14

Precisamos de tempo para aprender a Palavra de Deus e conhecer seu coração. Embora muitas coisas estejam claramente definidas na Palavra e seja óbvio qual é a vontade de Deus, há outras coisas que não estão escritas em preto-e-branco. Devemos conhecer o seu coração e ser guia¬dos pelo seu Espírito.
A Bíblia não diz que tipo de carro comprar ou quando vender a casa e comprar uma nova ou em qual empresa trabalhar. Quando tra¬balhamos em uma empresa e queremos uma promoção, esse desejo pode ser a vontade de Deus para nós; mas também pode ser cobiça. Como saber a diferença?
O tempo é a resposta.
Leva tempo para conhecer a Deus, conhecer nosso próprio coração e ser totalmente sinceros com nós mesmos e com Deus. Leva tempo para aprender sobre motivações e discernir se as nossas são puras.

"Se For da Tua Vontade"

[...] Nada tendes, porque não pedis; [Ou] pedis [a Deus] e não recebeis, porque pedis mal, para [quando consegue o que deseja] esbanjardes em vossos prazeres.
Tg 4.2-3

Uma vez ouvi dizer que uma pessoa de fé nunca orará: "Se for da tua vontade". Não houve nenhuma outra explicação, portanto, como uma recém-convertida, tomei a declaração ao pé da letra. Da mesma forma, ouvi que eu poderia ter o que dissesse, mas ninguém me falou que eu precisava crescer. Talvez alguém tenha dito, mas estava tão cheia de mim mesma que não ouvi. Estava totalmente fora do equilíbrio. Eu queria o que queria e pensei que tinha encontrado uma nova forma de conseguir. Há algumas coisas tão claras na Palavra de Deus que não temos que orar "se for da tua vontade".
A salvação é um bom exemplo.
Em 1 Timóteo 2.3-4, a Bíblia declara que é da vontade de Deus que todos sejam salvos e cheguem ao seu pleno conhecimento.
Eu nunca oraria, "querido Pai Celestial, peço, em nome de Jesus que salves____________________________ se for da tua vontade".
Eu já sei que é da vontade de Deus salvar aquela pessoa.
Tiago 4.2 diz que não temos porque não pedimos. O versículo 3 diz que, às vezes, pedimos e não recebemos porque pedimos mal e por motivos egoístas.

Duas sugestões de cartão para o dia dos pais

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4 de agosto de 2011

3- COMO PASSAR PELAS PROVAS VITORIOSAMENTE

(Gn 22.1-19)


Um relógio de uma famosa catedral trazia a seguinte inscrição: "Quando você é criança, o tempo se arrasta. Quando você é jovem, o tempo anda. Quando você é adulto, o tempo corre. Quando você é velho, o tempo voa. Só mais um pouco, e o tempo terá ido embora".

Aos 75 anos de idade, Abraão matriculou-se na escola da fé. Agora, aos 100 anos, ainda enfrenta tremendas provas e desafios na vida. Você nunca é velho demais para enfrentar novos desafios, travar novas batalhas e aprender novas verdades. Quando paramos de aprender, paramos de crescer; e, quando paramos de crescer, paramos de viver.

Arthur Schopenhauer disse que a vida, nos primeiros quarenta anos, dá-nos o texto e, nos próximos trinta anos, o comentário do texto. Para o crente, o texto é Romanos 1.17: "O justo viverá da fé". O comentário do texto é escrito à medida que ouvimos a Palavra de Deus e obedecemos à sua direção dia a dia. É triste que muitas pessoas, por não entenderem nem o texto nem o comentário, terminam a vida sem mesmo começar a viver.

Gênesis 22 nos mostra a maior de todas as provas que Abraão enfrentou. Pela fé, ele triunfou e pode nos ensinar a passar pelas provas vitoriosamente. Vejamos algumas instru¬ções práticas:

Espere testes da parte de Deus (Gn 22.1,2)

Na escola da fé, teremos testes ocasionais, ou jamais saberemos onde estamos na caminhada espiritual. Abraão enfrentou vários testes na caminhada com Deus:

Em primeiro lugar, o teste da família, quando Deus lhe ordenou a sair do meio de sua parentela para uma terra desconhecida (11.27-12.5).

Em segundo lugar, o teste da fome, quando ele fracassou, porque duvidou de Deus e desceu ao Egito para buscar ajuda (12.10-13.4).

Em terceiro lugar, o teste da comunhão, quando ele precisou apartar-se de seu sobrinho Ló e deu a este a oportunidade de fazer a escolha primeiro, abrindo mão de sua preeminência e preferência (13.5-18).

Em quarto lugar, o teste da luta, quando ele derrotou os reis confederados que seqüestraram Ló (14-1-16).

Em quinto lugar, o teste da riqueza, quando ele disse não às riquezas de Sodoma (14-17-24).

Em sexto lugar, o teste da consciência, quando ele fracassou em ceder as pressões de Sara, arranjando um filho com a escrava Agar (16.1-16).

Em sétimo lugar, o teste do maior amor. Esse teste foi o maior que Abraão enfrentou na jornada da vida (Gn 22.1-19).


3 de agosto de 2011

2-OLHE PARA O CÉU E CONTE AS ESTRELAS


(Gn 15.1-6)

Deus falou e ainda fala; fala de forma tão eloqüente que é impossível deixar de ouvir Sua voz. Deus falou no passado e ainda fala no presente. Os liberais dizem que Deus não fala mais; os místicos dizem que Deus fala, mas fala diretamente, sem a instrumentalidade de Sua Palavra. Cremos, entretanto, que Deus fala, mas fala por meio da Sua Palavra. A Palavra de Deus é a voz de Deus. Essa palavra é viva, poderosa e eficaz. Gênesis 15 diz que, "depois destas coisas", Deus apareceu a Abraão e falou com ele. A pergunta que precisamos fazer é: depois de que acontecimentos? O texto não responde. Então, precisamos ver a resposta nos capítulos anteriores. Observando o contexto, verificamos que aconteceram coisas boas e ruins.

Em primeiro lugar, vejamos as coisas ruins:

• Fome e fuga para o Egito (Gn 12.10)

• Mentira no Egito por causa de Sara (Gn 10.13)

• Briga dos seus servos com os servos de Ló (Gn 13.7)

• Separação de Ló (Gn 13.9)

• Guerra com os quatro reis (Gn 14.12-17).

Em segundo lugar, vejamos as coisas boas:

• Promessa de uma terra (Gn 13.9)

• A bênção de Melquisedeque quando Abraão paga a este o dízimo (Gn 14.18-24).

Deus também fala com você no meio dos acontecimentos normais da sua vida. Não é preciso um clima celestial ou místico para Deus romper o silêncio e falar. Deus nos fala pelos caminhos de Sua providência. Precisamos ter olhos para ver, ouvidos para ouvir e coração para perceber. Talvez, antes de começar a ler este livro, você tenha enfrentado circunstâncias difíceis, ouvido insultos, sofrido prejuízos financeiros, sentido a dor da solidão, se decepcionado com um amigo, se frustrado com o cônjuge e até esteja passando pelo vale escuro da depressão. Talvez você tenha acabado de chegar ao médico, e ele, ao observar seus exames, lhe tenha dado más notícias sobre sua saúde. Talvez, você tenha perdido o emprego, e o mundo tenha desabado sobre a sua cabeça. Talvez você tenha visto com tristeza seu casamento acabar depois de muitas lágrimas. Mas é no meio desses acontecimentos que as coisas podem mudar. E no centro da tempestade que Jesus pode aparecer a você de forma inusitada. Ê no fragor da crise que a porta da esperança pode se abrir para você. E dentro da fornalha acesa que o Quarto Homem pode aparecer para livrá-lo de suas amarras. Comece a olhar para a frente. Aprenda a caminhar na vida. Não fique agarrado ao passado. Depois desses acontecimentos, Deus pode falar com você. Depois da noite, vem a luz do dia. Olhe para a frente. Tem coisa nova pela frente. Aprenda a virar a página. Depois do desemprego, da crise financeira, do problema no casamento, da reprovação no vestibular, da porta fechada do emprego, você pode se encolher na caverna e ficar deprimido, ou pode ouvir a voz de Deus. Há pessoas que depois desses acontecimentos ficam amargas, revoltam-se contra Deus e fogem da igreja. Há aqueles que fazem como Pedro, e voltam a pescar. Todavia, é depois desses acontecimentos que as coisas mais sublimes podem começar a acontecer.

No meio desses acontecimentos, Deus fala com você (Gn 15.1)

Será que nossas crianças comem direito?

1 de agosto de 2011

1 - NÃO DESISTA DE ESPERAR

(Rm 4.17-21)

Uma das maiores dificuldades do ser humano é esperar. Nossa paciência é curta. Queremos que tudo aconteça de nosso modo e no nosso tempo. Gostamos de cantar a mú¬sica que expressa esse imediatismo:
Bem, vamos embora, porque esperar não é saber.
Quem sabe, faz a hora, não espera acontecer.

O século 21 é o século do imediatismo. Paciência parece ser uma virtude em extinção. Esperar produz em nós estresse. Somos a geração do fast-food, da comunicação virtual, da Internet banda larga, da celeridade. Alcançamos o mundo na ponta de nossos dedos. Trazemos o universo para o recesso de nossa sala. Em tempo real, assistimos concomitantemente ao que se passa no planeta terra, essa pequena aldeia global. E imperativo que tudo funcione dentro das leis do imediatismo.

Esperamos que até mesmo Deus se enquadre dentro desse cronograma. Não temos paciência para esperar. Esperar um dia, uma semana, um mês, um ano, parece-nos uma eternidade.

Neste mundo de impaciência, desespero e desesperança, muitos têm uma esperança que não se desespera. A lenda grega de Ulisses e Penélope retrata esse fato. Na Guerra de Tróia, Ulisses foi para a peleja e não voltou. Muitos anunciaram sua morte. Os pretendentes instavam com Penélope para que lhes desse uma chance. Ela dizia aos que a cortejavam: "Quando eu terminar de bordar essa colcha, pensarei em sua proposta". Só que Penélope trabalhava durante o dia e, à noite, desfazia o que havia feito. Ela jamais desistiu de esperar a volta de Ulisses. Ela jamais desistiu do sonho de ter de volta seu amor. Ela esperou contra a esperança e alcançou seu desejo, pois Ulisses, quando todos apostavam em sua morte, retornou para casa.

O grande evangelista americano Dwight L. Moody, que durante sua vida anunciou a gloriosa esperança em Cristo, na hora de sua morte disse aos que estavam ao seu redor: "Afasta-se a Terra, aproxima-se o céu, estou entrando na glória". Ao cruzar a cortina do tempo e entrar na sala da eternidade, seus pés estavam pisando o firme solo da esperança. Um dos maiores pastores do século 20, o médico galés Martyn Lloyd-Jones, depois de uma batalha contra o câncer, disse a sua família e a seus paroquianos: "Não orem mais por minha cura. Não me detenham da glória". Para ele, a morte não era uma viagem rumo ao desconhecido, mas a entrada no céu, no paraíso, na casa do Pai, na pátria celestial. Paulo, o grande apóstolo aos gentios, na ante-sala do martírio, afirmou com inefável alegria: "Eu sei em quem tenho crido, e estou certo de que ele e poderoso para guardar o meu deposito ate aquele dia" (2Tm 1.12). A esperança da glória manteve esse bandeirante do cristianismo de pé nas lutas mais renhidas. Ele tombou na terra, pelo martírio, mas ergueu-se no céu para receber a recompensa.

Tire a trave do seu olho




Um casal, recém-casados, mudou para um bairro muito tranqüilo.
Na primeira manhã que passavam na casa, enquanto tomavam café, a mulher reparou através da janela uma vizinha que pendurava os lençóis no varal e comentou com o marido:

- Que lençóis sujos ela está pendurando no varal.Está precisando de um sabão novo. Se eu tivesse intimidade, perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!

O marido observou calado. Alguns dias depois, novamente, durante o café da manhã, a vizinha pendurava os lençóis no varal e a mulher comentou com o marido:

- Nossa vizinha continua pendurando os lençóis sujos! Se eu tivesse intimidade, perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!

E assim, a cada dois ou três dias, a mulher repetia seu discurso, enquanto a vizinha pendurava suas roupas no varal.
Passado um mês a mulher se surpreendeu ao ver os lençóis muito brancos sendo estendidos, e empolgada foi dizer ao marido:

- Veja, ela aprendeu a lavar as roupas. Será que a outra vizinha ensinou??? Porque eu não fiz nada.

O marido calmamente respondeu:

- Não, hoje eu levantei mais cedo e lavei os vidros da nossa janela!

E assim é. Tudo depende da janela, através da qual observamos os fatos.
Antes de criticar, verifique se você fez alguma coisa para contribuir; verifique seus próprios defeitos e limitações.
Devemos olhar, antes de tudo, para nossa própria casa, para dentro de nós mesmos. Só assim poderemos ter real noção do real valor de nossos amigos.
Lave sua vidraça.

19 de julho de 2011

O quarteto do diabo

Hb 12:1

Veremos neste estudo, 4 armas utilizadas pelo inimigo para embaraçar a vida espiritual do servo de Deus
I. NÃO TEM PERIGO (1° tenor)

- Tem uma voz bem aguda. Alcança as notas mais altas.
- Tem voz doce e agradável.
1. Começou a cantar lá no Éden
2. Não se preocupe com Deus, Ele te entende
3. Isto não é tão grave assim...

II. SÓ MAIS UMA VEZ (2° tenor)
- A mais aguda das vozes masculinas.
- Em geral ele canta solos maravilhosos, como o famoso tenor Luciano Pavarotti

1. Só mais uma vez, depois vou parar
2. “Mais uma vez” formará um hábito difícil de quebrá-lo
3. “Jovens! Dêem uma polegada ao demônio e ele tomará uma milha; dêem-lhe um segundo e ele tomará uma vida; dêem-lhe uma palavra e ele escreverá um livro; dêem-lhe um pensamento e ele formará uma personalidade.”(John R. Bisagno)

III. TODOS ESTÃO FAZENDO (barítono)
- Voz masculina entre o tenor e o baixo.
- O barítono possui um som profundo e encorpado.
Ele tem uma voz grave, porém suave.

1. Uma espécie de justificativa
2. Tem tantos casais se separando; tem tantos jovens fornicando; vários obreiros já caíram...; eu não serei o primeiro...; se outros caem, por que não, eu?;
3. E o pior, tem sempre alguém que fez algo pior; “pior mesmo foi o que a irmã fulana fez”;

IV. AGORA NÃO, MAIS TARDE (baixo)
- Apreciamos ouvir um “baixo” bem profundo.
- Aquele que alcança as notas mais graves.
- Um quarteto que não tem um baixo bem profundo
parece que falta alguma coisa.

1. Deixe para amanhã
2. Assim que eu puder eu vou estudar;
3. Assim que eu puder eu vou orar / ler a Bíblia;
4. Assim que eu puder eu vou visitar minha tia;
5. Assim que eu puder eu vou ler um livro...
Créditos: Sandoval Juliano, O Presbítero - 11.03.2009

14 de julho de 2011

A lei PL 122 realmente foi "sepultada"?




Julio Severo

Em entrevista ao programa homossexual de rádio CBN Mix Brasil, transmitido em 10 de julho de 2011, a senadora petista Marta Suplicy fala tudo sobre o PLC 122 e reafirma que o projeto não será arquivado.

Ela também disse: “Temos de mudar o número do PLC 122. Uma coisa tem de ficar clara: Não vai ser eu, com o histórico que tenho de vida, que vou colocar o conteúdo do PLC 122 no lixo. Isso não existe”.

A entrevista traz revelações importantíssimas sobre as ações de Marta para avançar o novo e camuflado PLC 122.

víeo 1


vídeo 2


veja o restante da matéria AQUI

11 de julho de 2011

Encarando Nossos Medos



Uma mãe pediu a seu filho de 5 anos para ir à despensa buscar uma lata de sopa de tomate. Mas, ele se recusou e protestou:
-“Está escuro lá”.
Mamãe assegurou a João:
- “Não tem problema. Não fique com receio. Jesus está lá”.
Johnny abriu a porta lentamente e, vendo que estava escuro, gritou:
-“Jesus, você pode me passar uma lata de sopa de tomate?”
Essa história de humor sobre o medo de João me faz recordar Gideão. O Senhor apareceu a Gideão, chamando-o de “homem valente” (Juízes 6:12) e, depois, disse-lhe para livrar Israel da mão de Midiã (Juízes 6:14). Mas, a resposta medrosa de Gideão foi: “… minha família é a mais pobre em Manassés, e eu, o menor na casa de meu pai” (Juízes 6:15).
Mesmo após o Senhor ter dito a Gideão que, com Sua ajuda, ele venceria os midianitas (Juízes 6:16), ele ainda temia. Em seguida, Gideão pediu ao Senhor sinais para confirmar a Sua vontade e delegação (Juízes 6:17,36-40). Então, por que o Senhor chamou o medroso Gideão de “homem valente”? Por quem, um dia Ele se tornaria, com a ajuda do Senhor.
Também nós podemos duvidar da nossa própria capacidade e potencial. Mas, nunca duvidemos do que Deus pode fazer conosco quando confiamos nele e o obedecemos. O Deus de Gideão é o mesmo Deus que nos ajudará a realizar tudo o que Ele nos pede para fazer.
Otimismo em rede

6 de julho de 2011

MISSÕES NA ÍNDIA

Preciso mostrar  o trabalho lindo que estão fazendo na Índia (TERRA QUERIDA!!!)
Encontrei neste blog: CEBAM - CENTRO BRASILEIRO DE APOIO A MISSÕES
E isso é o que interessa: DEUS SENDO EXALTADO NA TERRA


















Fico muito feliz em saber que indianos estão sendo alcançados!!!

Hasta la vista,
GraçAzevedo

3 de julho de 2011

Eu não desisto...

Sabe quando tudo parece que não vai dar certo?
Que tudo parece virado de cabeça pra baixo?
Que aparentemente nada está acontecendo?
Mas voce sabe que as suas orações tem subido até
o trono de Deus
E que o milagre vai vir....mas ninguém consegue ver?
Eu afirmo:

EU NÃO DESISTO!!!
Com Jesus vou até o fim desta jornada.
E sei que a minha vitória está perto....eu sei porque
O MEU REDENTOR VIVE!!!

Hasta la vista,

1 de julho de 2011

Pra pensar....


"Melhor é acender uma vela do que amaldiçoar a escuridão." - Provérbio chinês
"Caia sete vezes, levante-se oito." - Provérbio japonês
 "Aquele que sabe pouco rapidamente revela isto." - Provérbio italiano
“Calados não temos nem que repetir nem que explicar." - Ditado judaico
 "Quando você ensina o seu filho, ensina também o filho do seu filho." - Talmud
 "Em dia de vitória ninguém fica cansado."- Provérbio árabe
 "O trabalho mais duro que existe é não fazer nada."- Provérbio judaico
 "Quando erguemos a vista não vemos fronteiras."- Provérbio japonês
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