1 de junho de 2010

DIP - DIA 30 DE MAIO, DOMINGO DA IGREJA PERSEGUIDA...ESTA CAUSA É NOSSA!!!

COMEÇOU NA ESCOLA  DOMINICAL ...VEJAM A NOSSA AULA:

Lição 9


30 de maio de 2010

Texto áureo
E disse-lhes:Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura... Mc 16.15

Verdade prática
O dever de pregar o evangelho é de todos que já aceitaram a Cristo. Mas como o Ele mesmo falou “ A seara é grande e poucos são os ceifeiros”. O comodismo e a falta de interesse pelas almas perdidas têm feito os poucos missionários que estão no campo sofrer. Não aceitemos esta situação, proclamemos o evangelho enquanto é dia.

DIP

O DIP é o Domingo da Igreja Perseguida, evento que acontece há 20 anos e foi criado pelo Irmão André, fundador da Portas Abertas.
Esse dia tem o objetivo de unir as igrejas brasileiras a passar momentos voltados à lembrança dos cristãos perseguidos, já que estes enfrentam muitas dificuldades em nome de sua fé em Cristo.
Por ser um dia todo separado ao propósito de apresentar a realidade vivida por cerca de 100 milhões de cristãos ao redor do mundo, várias atividades podem ser elaboradas para chamar a atenção dos membros de sua igreja.
Ano passado, 4.200 congregações participaram do DIP. Para 2010, espera-se que mais igrejas estejam à frente desse importante evento de conscientização para os cristãos brasileiros.

Irmão André

Maior missionário do Século XX, conhecido como "O Contrabandista de Deus"

1928 Nasce na Holanda no dia 11 de Maio.

1949 Aos 21 anos ocorre a sua conversão.

1955 Forma-se na escola missionária da Cruzada Mundial de Evangelização (WEC - Worldwide Evangelism Crusade), com sede em Glasgow, na Escócia.

1955 Assiste ao Festival da Juventude Comunista da Polónia. Fica impressionado com o entusiasmo dos jovens com um credo sem Deus. Sente-se então chamado por Deus para levar a Sua Palavra aos países socialistas. Nasce assim a Missão Portas Abertas.

1955 Realiza sua 1ª viagem missionária ao leste europeu enquanto contrabandeava literatura cristã.

1957 1ª viagem contrabandeando bíblias para a União Soviética no seu carocha azul.

1965 1ª viagem missionária à China Comunista, não conseguindo contudo fazer contacto com algum cristão.
1967 Lança sua obra mais famosa: O Contrabandista de Deus, onde conta as suas aventuras de contrabando de Bíblias para países comunistas e os livramentos que Deus proporcionou na sua vida. O livro foi um best-seller, tendo vendido 10 milhões de cópias e sendo traduzido para mais de 28 idiomas.

1967 Devido ao sucesso do livro O Contrabandista de Deus torna-se conhecido no mundo comunista, não podendo mais realizar tantas viagens ao bloco. Passa a realizar viagens missionárias aos cristãos perseguidos noutras regiões do mundo.
1974 Publica outra obra de grande sucesso: Não Há Portas Fechadas!, onde explica e defende teologicamente a necessidade do contrabando de bíblias.

1975 Organiza nas Filipinas a conferência de Portas Abertas "Ame a China" para encorajar o ministério na China.

1978 Realiza o Congresso Portas Abertas "Ame a África" no Malawi. Dezenas de agências missionárias e muitas igrejas unem-se para promover a evangelização do continente africano.
1978 Em São Paulo, funda o escritório da Missão Portas Abertas no Brasil.

1981 Lança o Projeto Pérola: 1 milhão de bíblias são contrabandeadas por Portas Abertas aos cristãos chineses numa única noite!

1981 A revista Time publica na edição de 19 de outubro a manchete "expedição audaciosa", relatando o contrabando de 1 milhão de bíblias para a China Comunista em apenas um dia.

1983 Começa a Campanha Mundial de Oração de 7 Anos, promovido por Portas Abertas, para o fim do socialismo na URSS.
1985 Projecto Fogo Cruzado: 5 milhões de exemplares de literatura cristã são enviados ao jovens latino-americanos.

1986 Lança o Projeto Timóteo de Portas Abertas para treinamento de líderes cristãos na África do Sul.

1989 Alvo 1 Milhão: projeto que visa enviar 1 milhão de Novos Testamentos para a Rússia. Alvo alcançado em 1990.

1990 Inicia-se a Campanha Mundial de Oração de 10 Anos pelo mundo muçulmano.

1991 Operação ABC: 1 milhão de bíblias para as crianças da ex-URSS.
1993 Doação de 50 mil bíblias da 1ª edição completa em Albanês para o presidente da Albânia, um país até então declaradamente ateu.

1994 Prega numa campanha evangelística que Portas Abertas realiza, durante 5 dias, no Estádio Qaddafi no Paquistão. Milhares de pessoas ouvem o Evangelho num país muçulmano.

1996 Lança seu 10° livro: Desafiando os Limites da Fé, onde compartilha 10 passos pelos quais Deus tem trabalhado na sua vida.

1997 Recebe o Prêmio Liberdade Religiosa da Associação Evangélica Mundial, em reconhecimento aos serviços à Igreja Perseguida.
2003 Depois de 25 anos, realiza sua 2ª visita ao Brasil, tendo pregado e conferenciado em 13 cidades deste país.

Irmão André
Nos últimos anos, o amor do Irmão André pelo Oriente Médio tem aumentado devido à diminuição da Igreja lá e da apatia em alcançar os muçulmanos. Suas amizades e o amor de Deus têm levado irmão André a reuniões particulares com Yasser Arafat e com líderes do Hamas e do Hizbollah. Ele está entre os poucos líderes do Ocidente que vai regularmente a esses grupos como embaixador de Cristo.




Conhecendo a Portas Abertas

Saiba como Portas Abertas serve os cristãos perseguidos ao redor do mundo

Portas Abertas é um ministério com características próprias dirigido à Igreja Perseguida, o único com mais de trezentas organizações associadas no mundo todo desenvolvendo projetos significativos nas linhas de frente em cerca de 50 nações.
Desde 1955, Portas Abertas realiza programas completos e de grande influência em muitos dos países onde os cristãos sofrem por sua fé em Jesus Cristo.

Veja os elementos da logomarca

1. O sinal Icthus

Este sinal foi usado como uma forma secreta de comunicação entre os cristãos do início da Igreja dentro das catacumbas romanas. Eles entalhavam este sinal nas paredes para que se identificassem com outros cristãos.

A missão de Portas Abertas é servir os cristãos perseguidos em todo o mundo.

Do grego:

I esous = Jesus

C hristos = Cristo

Th eous = de Deus

U ious = Filho

S oter = Salvador

A sigla pronunciada como palavra significa "peixe", daí o uso do desenho.

2. O arame farpado

O arame farpado representa as pessoas que estão nas prisões ou em campos de trabalhos forçados, pessoas que perderam a sua liberdade.
A preocupação de Portas Abertas é por aqueles irmãos e irmãs que estão atrás dos arames farpados porque servem ao Senhor Jesus Cristo.
A combinação do arame farpado e do peixe Icthus entrelaçados, faz com que o logo seja único: expressa a terrível situação atual dos cristãos que servimos e possui uma conexão com a origem da história da Igreja.

3. A rocha

A rocha é freqüentemente usada na Bíblia como figura para referir-se a Deus e a Cristo.
Como Rocha, Deus é o Criador, a força, a proteção, o refúgio e a salvação do Seu povo.
No Novo Testamento, Cristo é a Rocha de onde o Espírito da vida flui, a fundação da Igreja e sua pedra angular.

4. Entalhando a rocha

Entalhar um símbolo numa rocha não é fácil. Leva tempo e perseverança.

Viver como cristãos é também muito difícil. Nós estamos correndo a nossa carreira e vamos continuar. Seguir a Cristo é um processo longo que precisa de perseverança.

Lembre-se

Quando você vir o Ichtus esculpido na pedra e com um arame farpado em seu dorso lembre-se:

• A Portas Abertas de hoje é a mesma que contrabandeava Bíblias para campos de trabalhos forçados.

• No início da era cristã havia uma Igreja Perseguida, como hoje ainda existe.

• Os cristãos perseguidos de hoje, como os de ontem, têm que se comunicar de forma secreta.

• O cristão precisa perseverar.

• A Igreja Perseguida de hoje, como a de ontem, está apoiada na Rocha de todas as Eras.

Ainda hoje, cerca de 200 milhões de cristãos sofrem perseguição e outros milhões sofrem discriminação apenas porque são seguidores de Jesus Cristo.

Classificação da igreja perseguida

1º - Coreia do Norte

2º - Irã

3º - Arábia Saudita

4º - Somália

5º - Maldivas

6º - Afeganistão

7º - Iêmen

8º - Mauritânia

9º - Laos

10º - Uzbequistão

11º - Eritreia

12º - Butão

13º - China

14º - Paquistão

15º - Turcomenistão

16º - Comores

17º - Iraque

18º - Catar

19º - Chechênia

20º - Egito

21º - Vietnã

22º - Líbia

23º - Mianmar

24º - Azerbaijão

25º - Argélia

26º - Índia

27º - Nigéria

28º - Omã

29º - Brunei

30º - Sudão

31º - Kuweit

32º - Tadjiquistão

33º - Emirados Árabes Unidos

34º - Zanzibar

35º - Turquia

36º - Djibuti

37º - Marrocos

38º - Cuba

39º - Jordânia

40º - Sri Lanka

41º - Síria

42º - Belarus

43º - Tunísia

44º - Etiópia

45º - Bangladesh

46º - Palestina

47º - Barein

48º - Indonésia

49º - Quirguistão

50º - Quênia

CORÉIA DO NORTE - 1o. PAIS EM PERSEGUIÇÃO

Segundo estimativas do governo, 70% da população não professa nenhuma religião. O restante segue crenças asiáticas como xamanismo, confucionismo ou budismo. Há grupos cristãos de protestantes, católicos e ortodoxos.
Quase 100% da população é alfabetizada e tem acesso à educação.
A população sofre com a fome - 36% dela é subnutrida. Há abertura para organizações humanitárias atuarem a fim de aliviar a fome da população, mas os esforços não são suficientes. Isso acontece parcialmente por causa da corrupta liderança das forças militares. Eles interceptam muitas cargas de alimento e desviam-na aos seus soldados. O próprio presidente Kim Jong-Il disse, certa vez, que só precisa que 30% da população sobreviva.

História

A história recente da Coréia do Norte tem sido bastante sofrida. A Coréia foi dividida em dois países logo após a II Guerra Mundial, como consequência da Guerra Fria. Antes disso, porém, o país foi ocupado pelo Japão por 35 anos, entre 1910 e 1945.
Em junho de 1950, tropas norte-coreanas invadiram a Coréia do Sul em uma tentativa de unificar o regime comunista. O conflito armado durou três anos e culminou com a vitória sul-coreana, tendo causado sofrimentos significativos à região.
A zona desmilitarizada entre os dois países continua sendo uma das áreas mais fortificadas e impenetráveis do mundo.
A guerra quase irrompeu novamente no fim da década de 90, mas foi evitada graças a esforços diplomáticos. Não obstante, ainda há grande tensão entre as duas Coréias.

Governo e economia

Kim Jong-Il
Atualmente, a Coréia do Norte é um Estado comunista controlado ditatorialmente por um homem - o presidente Kim Jong-Il. O país tem sido profundamente marcado por um "culto à personalidade" que elevou o falecido ditador King Il-Sung, pai de Kim Jong-Il, à posição de deus.
O governo utiliza severos controles para incutir essa ideologia sobre cada cidadão, que inclui o culto a Kim Il-Sung e a seu filho Kim Jong-Il, o atual presidente. Todas as religiões contrárias a esta ideologia são proibidas.
A nação permanece fechada para o mundo exterior, porém as dificuldades econômicas e a fome crescente geraram alguma abertura, especialmente para ministérios de cunho social.
Mais da metade da força de trabalho (64%) atua na indústria e serviços.

A Igreja

Menos de 2% da população é cristã, apesar de o cristianismo ter uma longa história na região. Antes da guerra, o país era palco de um avivamento. A capital, Pyongyang, abrigava quase meio milhão de cristãos, constituindo na época 13% da população. Após a guerra, muitos cristãos fugiram em direção ao sul ou foram assassinados.
Atualmente, há quatro igrejas na cidade - duas protestantes, uma católica e outra ortodoxa -, mas são basicamente "igrejas de fachada", servindo à propaganda política.
Quase todos os cristãos na Coréia do Norte pertencem a igrejas não-registradas e clandestinas. O culto deles se constitui de um encontro "casual" de dois ou três deles em algum lugar público. Lá eles oram discretamente e trocam algumas palavras de encorajamento.

A perseguição

Ser cristão é perigoso na Coréia do Norte; por isso o país ocupa, pelo sétimo ano consecutivo, a primeira posição na Classificação de países por perseguição. O Estado não hesita em torturar e matar qualquer um que possua uma Bíblia, esteja envolvido no ministério cristão, organize reuniões ilegais, ou até que tenha contato com outros cristãos (na China, por exemplo). Os cristãos que sobrevivem às torturas são enviados para os campos de concentração. Lá, as pessoas recebem diariamente alguns gramas de comida de má qualidade para sustentar o corpo que trabalha por 18 horas. A menos que aconteça um milagre, ninguém sai desses gigantes campos com vida.
Desde o final do século 19, cerca de cem mil norte-coreanos mantêm a fé cristã clandestinamente, segundo cálculos da Newsweek. Até mesmo Kim Il-Sung, o primeiro ditador da Coréia do Norte, falecido recentemente, veio de uma família cristã devota.
De acordo com missionários, os cristãos norte-coreanos mantêm suas Bíblias enterradas nos quintais, embrulhadas em plásticos. Alguns pastores na China oram por doentes e pregam através de interurbanos feitos por telefone celular, segundo a reportagem. Tudo isso num intervalo de tempo que vai de cinco a dez minutos. Os "cultos telefônicos" têm de ser rápidos, e muitas vezes são interrompidos bruscamente, porque a Coréia do Norte usa rastreadores para localizar os telefones.

IRÃ - 2o. PAÍS NA CLASSIFICAÇÃO DE PERSEGUIÇÃO

Irã é o nome atual da antiga Pérsia, que foi cenário de muitas histórias bíblicas. Entre elas encontram-se a história de Daniel na cova dos leões, a luta de Ester e Mardoqueu para salvar o povo judeu, e o serviço de Neemias ao rei.

A Igreja

A Igreja está presente no país desde épocas remotas, como do Antigo Testamento. Mas, com a chegada do islamismo no Irã, ela começou a sofrer opressão. Depois da Revolução Islâmica, em 1979, a situação da Igreja mudou drasticamente, resultando na queda do número de cristãos nas igrejas oficiais, principalmente por causa da emigração para outros países.
As igrejas oficiais (registradas no governo) têm, juntas, cerca de 150 mil membros. A maior parte desses é de origem armênia ortodoxa, mas há também alguns milhares de protestantes e católicos romanos. Quase todos vieram de famílias cristãs. Não se sabe exatamente o total de ex-muçulmanos.

A perseguição

Muitas igrejas recebem visitantes durante seus cultos, alguns deles, entretanto, são da polícia secreta e monitoram as reuniões.
Cristãos ativos sofrem pressão. São interrogados, detidos e, às vezes, presos e agredidos. Casos mais críticos envolvem até a execução.
Os muçulmanos que se convertem ao cristianismo são rotineiramente interrogados e espancados. Além disso, acredita-se que muitos homicídios não esclarecidos são praticados por radicais que frequentemente ameaçam os cristãos de morte.
Além da violência exercida pelas autoridades, os ex-muçulmanos são também oprimidos pela sociedade. Eles têm dificuldade em encontrar e manter um emprego, pois são demitidos quando se descobre que são convertidos. Aqueles que começam um negócio próprio têm problemas em fazer a clientela. Para esses cristãos, é difícil ganhar dinheiro.
Em 2008, aconteceu um grande número de ataques a igrejas domésticas e muitos cristãos foram presos, fazendo desse um dos anos mais difíceis para a Igreja desde a Revolução Islâmica em 1979. Em agosto do mesmo ano, um casal cristão com cerca de 60 anos de idade morreu depois de serem atacados pela polícia secreta. Policiais invadiram o culto que era realizado na casa do casal, na cidade de Isfahan, e agrediu os dois.
A polícia prendeu Abbas Amiri, herói de guerra e ex-muçulmano, no dia 17 de julho, com outras 15 pessoas presentes no culto. O anfitrião morreu em um hospital no dia 30 de julho em decorrência dos ferimentos. A esposa dele, Sakineh Rahnama, morreu no domingo, 3 de agosto, também por não resistir aos ferimentos.
Em 2003, outro militar convertido foi preso, mas, dessa vez, foi condenado à morte. Hamid Pourmand era um ex-militar que se tornou pastor da Assembleia de Deus. Mesmo passados 25 anos de sua conversão, ele enfrentou um julgamento que poderia levá-lo à execução por deixar a fé muçulmana.
Sentenciado a três anos de cadeia, o ex-coronel foi dispensado de forma desonrosa do exército e privado de seus benefícios e pensão militar. Sua esposa e filhos, que ficaram sem sustento, tiveram de sair da casa em que viviam.
Entretanto, em uma audiência no dia 28 de maio de 2005, o tribunal islâmico considerou Hamid inocente. As autoridades prisionais de Teerã, de forma bastante discreta, mandaram o cristão Hamid Pourmand para casa informando que ele não precisaria cumprir os 14 meses restantes de sua sentença de 3 anos.
Depois da libertação, em 20 de julho de 2005, o pastor Hamid foi avisado de que frequentar cultos poderia fazer com que sua ordem de libertação fosse revogada e ele seria mandado de volta para cumprir o restante da pena.

ARÁBIA SAUDITA - 3o. PAIS EM CLASSIFICAÇÃO DE PERSEGUIÇÃO

Grande parte de seu território é desértico, com a presença de alguns poucos oásis.
A maioria dos sauditas vive em grandes cidades, tais como Riad (sede do reinado), Jidá (onde se localiza o mais importante porto do país), Meca (o coração do islã, para onde todos os muçulmanos do mundo devem peregrinar pelo menos uma vez na vida), Medina (cidade sagrada e centro cultural) e Ad Damman (produtora de petróleo). Acredita-se que a Arábia Saudita era o lar original de alguns povos bíblicos, como os cananeus e os amorreus.
Conversões são punidas com a morte. Penas para o ato de evangelizar incluem detenções e execuções. Participação em cultos pode levar à prisão ou deportação
Igreja

De acordo com a tradição, o apóstolo Barnabé foi o primeiro a levar o evangelho à Arábia Saudita. Quando o islamismo chegou à região, já havia uma grande população de cristãos que auxiliou Maomé durante o seu exílio. Quando o islamismo assumiu o controle, no século VII, todos os cristãos foram expulsos. Desde então, nenhuma missão foi autorizada a entrar no país.
Atualmente, a maioria dos cristãos no território saudita é constituída de estrangeiros que vivem e trabalham nas bases militares ou para as companhias de petróleo. Há um pequeno grupo de cristãos sauditas não declarados, vivendo sob constante temor de serem descobertos, presos e executados. Eles encaram os novos convertidos não com júbilo, mas com medo e suspeita. Essa atitude impede o crescimento da Igreja.
Há convertidos sauditas, mas é extremamente difícil se chegar a um número exato, pois não estão organizados em igrejas, nem em grupos domésticos.

A perseguição

A Arábia Saudita é uma monarquia islâmica sem proteção legal à liberdade de religião. O islamismo é a religião oficial e a lei exige que todos os cidadãos sejam muçulmanos. De acordo com a sharia, a apostasia (abandono do islamismo) é considerada um crime punível com a morte se o acusado não se retratar.
O governo proíbe a prática pública de religiões não-muçulmanas..
Os não-muçulmanos são rigorosamente proibidos de entrar na cidade sagrada de Meca; os que ultrapassam os limites podem ser mortos. O governo oferece uma recompensa equivalente a um ano de salário - um prêmio tentador para muitos - a qualquer pessoa que denunciar uma reunião cristã.

Conclusão

Ao chegar em um país, Portas Abertas procura os pastores e diz: "Aqui estamos. O que podemos fazer para ajudá-los?"Não chega com uma receita do que os pastores devem fazer, mas ouve deles o que querem que a Missão faça.Em 95% dos casos, os pastores dizem: "Por favor, orem". Muitas vezes começam a chorar e dizer: "Estamos lutando e perdendo a batalha, porque achamos que ninguém está orando a nosso favor". O segundo pedido sempre é por Bíblias, materiais de estudo e treinamento. Coisas que precisam em seu ambiente particular para poderem enfrentar o desafio e resistir às ameaças e à pressão.

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